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Greek (OT) Septuagint -
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|Ester 6:3|
ειπεν δε ο βασιλευς τινα δοξαν η χαριν εποιησαμεν τω μαρδοχαιω και ειπαν οι διακονοι του βασιλεως ουκ εποιησας αυτω ουδεν
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|Ester 6:4|
εν δε τω πυνθανεσθαι τον βασιλεα περι της ευνοιας μαρδοχαιου ιδου αμαν εν τη αυλη ειπεν δε ο βασιλευς τις εν τη αυλη ο δε αμαν εισηλθεν ειπειν τω βασιλει κρεμασαι τον μαρδοχαιον επι τω ξυλω ω ητοιμασεν
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|Ester 6:5|
και ειπαν οι διακονοι του βασιλεως ιδου αμαν εστηκεν εν τη αυλη και ειπεν ο βασιλευς καλεσατε αυτον
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|Ester 6:6|
ειπεν δε ο βασιλευς τω αμαν τι ποιησω τω ανθρωπω ον εγω θελω δοξασαι ειπεν δε εν εαυτω αμαν τινα θελει ο βασιλευς δοξασαι ει μη εμε
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|Ester 6:7|
ειπεν δε προς τον βασιλεα ανθρωπον ον ο βασιλευς θελει δοξασαι
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|Ester 6:8|
ενεγκατωσαν οι παιδες του βασιλεως στολην βυσσινην ην ο βασιλευς περιβαλλεται και ιππον εφ' ον ο βασιλευς επιβαινει
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|Ester 6:9|
και δοτω ενι των φιλων του βασιλεως των ενδοξων και στολισατω τον ανθρωπον ον ο βασιλευς αγαπα και αναβιβασατω αυτον επι τον ιππον και κηρυσσετω δια της πλατειας της πολεως λεγων ουτως εσται παντι ανθρωπω ον ο βασιλευς δοξαζει
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|Ester 6:10|
ειπεν δε ο βασιλευς τω αμαν καθως ελαλησας ουτως ποιησον τω μαρδοχαιω τω ιουδαιω τω θεραπευοντι εν τη αυλη και μη παραπεσατω σου λογος ων ελαλησας
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|Ester 6:11|
ελαβεν δε αμαν την στολην και τον ιππον και εστολισεν τον μαρδοχαιον και ανεβιβασεν αυτον επι τον ιππον και διηλθεν δια της πλατειας της πολεως και εκηρυσσεν λεγων ουτως εσται παντι ανθρωπω ον ο βασιλευς θελει δοξασαι
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|Ester 6:12|
επεστρεψεν δε ο μαρδοχαιος εις την αυλην αμαν δε υπεστρεψεν εις τα ιδια λυπουμενος κατα κεφαλης
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva