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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|1 Reis 6:1|
Quatrocentos e oitenta anos depois que o povo de Israel havia saído do Egito, no quarto ano do reinado de Salomão em Israel, no mês de zive, o segundo mês, Salomão começou a construir o Templo.
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2
|1 Reis 6:2|
O Templo media vinte e sete metros de comprimento por nove de largura, por treze e meio de altura.
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3
|1 Reis 6:3|
A sala de entrada media quatro metros e meio de comprimento por nove de largura, isto é, a mesma largura do santuário.
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4
|1 Reis 6:4|
As paredes do Templo tinham janelas, que eram mais estreitas do lado de fora do que do lado de dentro.
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5
|1 Reis 6:5|
Encostados nos lados e nos fundos do Templo, Salomão construiu três andares de salas, cada andar medindo dois metros e vinte centímetros de altura.
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6
|1 Reis 6:6|
As salas do andar de baixo tinham dois metros e vinte de largura, as do andar do meio tinham dois metros e setenta de largura, e as do andar de cima, três metros e dez de largura. Em cada andar, as paredes do Templo eram mais finas do que as do andar de baixo; assim as salas se apoiavam nas paredes, evitando que as vigas entrassem nessas paredes.
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7
|1 Reis 6:7|
O Templo foi construído com pedras que haviam sido preparadas nas pedreiras, para que assim, durante a construção, não se ouvisse o barulho de martelos, machados ou qualquer outra ferramenta.
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8
|1 Reis 6:8|
A entrada para as salas do andar térreo ficava no lado sul do Templo, e havia escadas para subir ao segundo e ao terceiro andares.
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9
|1 Reis 6:9|
E assim o rei Salomão terminou a construção do Templo, colocando um forro feito de vigas e tábuas de cedro.
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10
|1 Reis 6:10|
Salomão construiu três andares de salas encostados nas paredes do Templo e ligados com elas por meio de vigas de cedro. Cada andar media dois metros e vinte centímetros de altura.
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Sugestões

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08 de outubro LAB 647
ESCOLINHA DE JESUS
Mateus 11-13
Um dos melhores livros que li no último ano da faculdade foi “A Pedagogia de Jesus”, de J.M. Price, - JUERP. Quando fui professor, precisei reler este livro. Anteriormente publicado sob o título “Jesus, o Mestre por Excelência”, esse livro é a resultante da vida de trabalho do professor Price: aulas de ensino religioso no Seminário do Sudoeste (EUA), palestras feitas para professores de escolas bíblicas denominacionais, reuniões de congressos e de convenções regionais de classes bíblicas e cursos intensivos. É claro que não trata-se de um livro que pretende ser uma apresentação exaustiva ou erudita de Jesus como mestre. O objetivo dele é extrair da vida e dos ensinos de Jesus aquelas verdades que possam dar aos professores melhor visão e maior estímulo em sua gloriosa tarefa de ensinar.
Penso que nosso estudo deve partir do sentimento de que os professores cristãos (e aqui incluo qualquer pessoa, que em qualquer nível e contexto, ensine algo da Bíblia a outro) são hoje efetivamente a maior força para o ensino e a prática do bem. Ensinar os conceitos bíblicos não é fácil. Os professores de Ensino Religioso sabem muito bem disso. Eles, que laboram sob dificuldades e desencorajamentos mui fortes, para o bendito labor em que estão empenhados, precisam muito - e muito - de inspiração e de maior preparo. Mas qualquer de qualquer cristão espera-se o testemunho. E no testemunho eficaz estão subtendidos o ensino e o aprendizado.
E então, como ser um “ensinador” cristão? Sendo alguém que ensina como Cristo. E como era o ensino de Jesus? Sem teorizações, abra sua Bíblia em Mateus 11-13 e veja, na prática, o que rola na sala de aulas do Grande Mestre. “Quando acabou de instruir...”. O texto já começa assim. Jesus gastou dois terços do seu tempo ministerial ensinando. Ele gostava disso, e, com isso, influenciava. Este deve ter sido o motivo que levou João Batista, o seu primo, e professor precursor, a fazer uma pergunta para Jesus. Ele queria aprender de Jesus. Isto não diz nada a você? Claro que sim, não é mesmo? Então, venha curtir os ensinos do Messias, comigo.
Ele lamenta pelas cidades que não se arrependem dos seus pecados, e diz o porquê. Ele deixa claro sobre como é que os cansados podem encontrar repouso. Ensina também sobre porquê devemos guardar o sábado. Instrui sobre o servo escolhido de Deus, depois, da acusação que fazem contra Ele, deixa mais instruções ainda, como por exemplo sobre o sinal de Jonas. Por fim, deixa claro sobre quem são sua mãe e irmãos e conta sete parábolas.
Quer aprender tudo isto? Você já sabe como.
Valdeci Júnior
Fátima Silva