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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Ageu 1:1|
No segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia, no primeiro dia do sexto mês, o SENHOR Deus mandou uma mensagem por meio do profeta Ageu. Essa mensagem era para o governador de Judá, Zorobabel, filho de Salatiel, e para o Grande Sacerdote Josué, filho de Jozadaque.
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2
|Ageu 1:2|
O SENHOR Todo-Poderoso disse o seguinte: - O povo está dizendo que ainda não chegou o tempo de reconstruir o Templo.
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3
|Ageu 1:3|
Por isso, o SENHOR falou assim por meio do profeta Ageu:
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4
|Ageu 1:4|
- Povo de Judá, será que fica bem vocês viverem em casas luxuosas enquanto o meu Templo continua destruído?
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5
|Ageu 1:5|
Pensem bem no que tem acontecido com vocês.
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6
|Ageu 1:6|
Vocês semearam muitas sementes, mas colheram pouco; têm comida, mas não é suficiente para matar a fome; têm vinho, mas não dá para ficarem bêbados; têm roupas, porém elas não chegam para os proteger do frio; e o salário que o trabalhador recebe não dá para viver.
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7
|Ageu 1:7|
Por isso o SENHOR Todo-Poderoso diz: - Pensem bem no que tem acontecido com vocês.
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8
|Ageu 1:8|
Agora, vão até as montanhas, tragam madeira e construam de novo o Templo. Eu ficarei muito contente com esse Templo e ali serei adorado e honrado.
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9
|Ageu 1:9|
- Vocês esperavam colheitas grandes, porém elas foram pequenas. E, quando estavam levando para casa o pouco que colheram, eu soprei tudo para longe. E por que foi que eu, o SENHOR Todo-Poderoso, fiz isso? Foi porque vocês só vivem cuidando das suas próprias casas, mas não se importam com a minha Casa, que está destruída.
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10
|Ageu 1:10|
É por isso que não chove e os campos não produzem colheitas.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva