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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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6
|2 Crônicas 23:6|
Ninguém deverá entrar no Lugar Santo, a não ser os sacerdotes e os levitas que estiverem de serviço. Eles poderão entrar porque foram consagrados; todos os outros devem ficar do lado de fora, como o SENHOR Deus manda.
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7
|2 Crônicas 23:7|
Os levitas, com as armas na mão, ficarão em volta do rei Joás e irão com ele a qualquer lugar aonde ele for. Qualquer pessoa que entrar no Lugar Santo será morta.
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8
|2 Crônicas 23:8|
Os levitas e o povo fizeram tudo o que Joiada ordenou. Cada oficial reuniu os seus homens, tanto os que entravam de serviço no sábado como os que saíam; pois Joiada não deixou que fossem embora os que estavam saindo do serviço.
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9
|2 Crônicas 23:9|
Ele entregou aos oficiais as lanças e os escudos que tinham sido do rei Davi e que haviam ficado guardados no Templo.
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10
|2 Crônicas 23:10|
Em seguida, pôs por toda a frente do Templo os soldados armados com espadas para protegerem o rei.
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11
|2 Crônicas 23:11|
Então levaram Joás para fora, colocaram a coroa na cabeça dele e lhe entregaram uma cópia da Lei de Deus. Assim ele se tornou rei. Joiada e os seus filhos o ungiram, e todos gritaram: - Viva o rei!
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12
|2 Crônicas 23:12|
A rainha Atalia ouviu os gritos do povo, que corria e dava vivas ao rei, e foi até o Templo, onde todos estavam reunidos.
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13
|2 Crônicas 23:13|
Ela viu o novo rei perto da coluna, na entrada do Templo. Ele estava rodeado pelos oficiais e pelos corneteiros, e todo o povo estava gritando de alegria e tocando trombetas. Os cantores do Templo, com os seus instrumentos musicais, estavam dirigindo os cânticos de louvor. Em sinal de desespero, Atalia rasgou as suas roupas e gritou: - Traição! Traição!
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14
|2 Crônicas 23:14|
Joiada não queria que Atalia fosse morta na área do Templo e por isso deu aos oficiais do exército a seguinte ordem: - Levem a rainha para fora, passando pelo meio das filas de guardas, e matem qualquer pessoa que tentar salvá-la.
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15
|2 Crônicas 23:15|
Então eles a prenderam e levaram para o palácio. E ali, no Portão dos Cavalos, ela foi morta.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva