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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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21
|2 Reis 10:21|
e Jeú mandou mensageiros por toda a terra de Israel. Então vieram todos os adoradores de Baal; não faltou nenhum. Eles entraram no templo de Baal, que ficou completamente cheio.
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22
|2 Reis 10:22|
Então Jeú mandou que o sacerdote encarregado dos mantos sagrados trouxesse os mantos e os entregasse aos adoradores.
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23
|2 Reis 10:23|
Depois disso, Jeú entrou no templo com Jonadabe, filho de Recabe, e disse às pessoas que estavam ali: - Vejam bem que somente adoradores de Baal estejam aqui e que nenhum adorador de Deus, o SENHOR, tenha entrado.
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24
|2 Reis 10:24|
Aí ele e Jonadabe entraram para oferecer sacrifícios e queimar ofertas a Baal. Jeú havia mandado que oitenta homens ficassem do lado de fora, dando-lhes a seguinte ordem: - Matem todas essas pessoas que vou entregar a vocês; quem deixar uma delas escapar pagará com a vida por isso!
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25
|2 Reis 10:25|
Assim que Jeú apresentou as ofertas, disse aos guardas e aos oficiais: - Entrem e matem todos; não deixem que nenhum escape! Eles entraram com as espadas na mão, mataram todos e jogaram os corpos para fora. Então entraram no santuário interior do templo,
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26
|2 Reis 10:26|
levaram para fora as colunas que estavam no templo de Baal e as queimaram.
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27
|2 Reis 10:27|
Também destruíram a coluna de Baal e o seu templo e fizeram esse templo virar uma privada, que existe até hoje.
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28
|2 Reis 10:28|
Foi assim que Jeú acabou com a adoração de Baal em Israel.
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29
|2 Reis 10:29|
Mas ele não abandonou os pecados do rei Jeroboão, filho de Nebate, que levou o povo de Israel a cometer o pecado de adorar os touros de ouro que ele havia colocado em Betel e em Dã.
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30
|2 Reis 10:30|
O SENHOR Deus disse a Jeú: - Você fez com os descendentes de Acabe tudo aquilo que eu queria que fizesse. Por isso, prometo que até a quarta geração os seus descendentes serão reis de Israel.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva