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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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11
|Daniel 8:11|
Chegou até a desafiar o comandante desse exército. Acabou com os sacrifícios diários que eram oferecidos a esse comandante e deixou o seu Templo todo estragado.
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12
|Daniel 8:12|
Em vez do sacrifício diário, foi apresentada uma oferta nojenta. Ele acabou com a verdadeira religião, e tudo o que fez deu certo.
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13
|Daniel 8:13|
Depois, ouvi dois anjos conversando, e um perguntou ao outro: - Quanto tempo vai durar aquilo que apareceu na visão? Por quanto tempo essa oferta nojenta será apresentada em lugar do sacrifício diário? Por quanto tempo ficará estragado o Templo e derrotado o exército do céu?
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14
|Daniel 8:14|
E ouvi a resposta: - Tudo isso vai acontecer depois de duas mil e trezentas tardes e manhãs, e durante esse tempo não serão oferecidos os sacrifícios. Depois disso o Templo será purificado.
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15
|Daniel 8:15|
Eu estava procurando entender o que tinha visto, quando apareceu na minha frente um ser que parecia um homem.
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16
|Daniel 8:16|
E ouvi uma voz humana que vinha do rio Ulai e que gritou assim: - Gabriel, explique a visão a esse homem.
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|Daniel 8:17|
Aí Gabriel chegou mais perto de mim, e isso me deixou muito assustado. Eu me ajoelhei e encostei o rosto no chão. E ele disse: - Você, homem mortal, precisa entender a visão, pois ela é a respeito do tempo do fim.
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18
|Daniel 8:18|
Ele ainda falava quando desmaiei e caí de bruços no chão. Mas ele me pegou, me pôs de pé
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19
|Daniel 8:19|
e disse: - Eu vou lhe contar o que vai acontecer quando passar a ira de Deus, pois essa visão é a respeito do tempo marcado para o fim.
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20
|Daniel 8:20|
O carneiro com dois chifres, que você viu, representa os reis da Média e da Pérsia.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva