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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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|Ezequiel 16:31|
Em todas as ruas, você construiu altares para ali adorar ídolos e praticar a prostituição. Mas você não faz isso por dinheiro, como uma prostituta qualquer.
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|Ezequiel 16:32|
Você é como a mulher que, em vez de amar o seu marido, comete adultério com estranhos.
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|Ezequiel 16:33|
A prostituta é paga, mas você deu presentes a todos os seus amantes e ainda lhes ofereceu lembranças para que viessem de todas as partes dormir com você.
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|Ezequiel 16:34|
Você é uma prostituta diferente. Ninguém a obrigou a se tornar prostituta. Você não recebe nada, mas paga! Sim! Você é diferente!
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|Ezequiel 16:35|
Por isso, agora, você, prostituta, escute o que o SENHOR Deus diz.
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|Ezequiel 16:36|
E o que ele diz é isto: - Você tirou a roupa, e como prostituta se entregou aos seus amantes e a todos os seus ídolos vergonhosos, e matou os seus filhos em sacrifício aos ídolos.
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37
|Ezequiel 16:37|
Por causa disso, eu vou reunir todos os seus antigos amantes, tanto os que você apreciava como os que detestava. Eu os colocarei ao seu redor, em círculo; então arrancarei a sua roupa, e eles verão você nua.
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|Ezequiel 16:38|
Eu a condenarei por adultério e assassinato e na minha ira e furor vou castigá-la com a morte.
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|Ezequiel 16:39|
Vou entregá-la a eles, e eles derrubarão os altares onde você se entregava à prostituição e onde adorava ídolos. Eles levarão as suas roupas e as suas jóias e a deixarão completamente nua.
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|Ezequiel 16:40|
- Eles vão atiçar a multidão para apedrejá-la e com as suas espadas cortarão você em pedaços.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva