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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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|Ezequiel 17:11|
E o SENHOR me disse:
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|Ezequiel 17:12|
- Pergunte a esses rebeldes se entenderam o que essa comparação quer dizer. Diga-lhes que o rei da Babilônia veio a Jerusalém, pegou o rei e os seus oficiais e os levou para a Babilônia.
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|Ezequiel 17:13|
Ele escolheu um homem da família do rei, fez um tratado com ele e o obrigou a jurar que lhe seria fiel. O rei da Babilônia também levou os homens importantes
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|Ezequiel 17:14|
para evitar que a nação se levantasse outra vez e para ter certeza de que o tratado seria cumprido.
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|Ezequiel 17:15|
Mas o rei de Judá se revoltou e enviou mensageiros ao Egito para conseguirem cavalos e um exército numeroso. Será que isso vai dar certo? E quem faz uma coisa dessas, será que vai escapar? Será que pode quebrar o tratado e escapar do castigo?
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16
|Ezequiel 17:16|
- Juro pela minha vida - diz o SENHOR Deus - que esse rei morrerá na Babilônia, pois quebrou o juramento e o tratado que havia feito com o rei da Babilônia, que o pôs no trono.
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|Ezequiel 17:17|
Nem o poderoso exército do rei do Egito seria capaz de ajudá-lo na guerra, quando os babilônios construírem rampas e torres de ataque a fim de matar muita gente.
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|Ezequiel 17:18|
Ele quebrou o juramento e o tratado que havia feito. E, porque fez todas essas coisas, não escapará.
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|Ezequiel 17:19|
O SENHOR Deus diz: - Juro pela minha vida que eu castigarei o rei por ter quebrado o tratado que pelo meu nome ele jurou guardar.
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20
|Ezequiel 17:20|
Estenderei uma rede de caçador e o pegarei nela. Eu o levarei à Babilônia e o castigarei ali, pois ele foi infiel a mim.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva