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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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|Hebreus 8:2|
Ele faz o seu serviço no Lugar Santíssimo, na verdadeira Tenda, que foi armada pelo Senhor e não por seres humanos.
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|Hebreus 8:3|
Todo Grande Sacerdote é escolhido para apresentar a Deus as ofertas e os sacrifícios de animais, e por isso é necessário que o nosso Grande Sacerdote tenha também alguma coisa para oferecer.
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4
|Hebreus 8:4|
Se ele estivesse na terra, não seria sacerdote, pois existem sacerdotes que apresentam as ofertas de acordo com a Lei de Moisés.
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5
|Hebreus 8:5|
O trabalho que esses sacerdotes fazem é, de fato, somente uma cópia e uma sombra do que está no céu. Foi isso que aconteceu quando Deus falou com Moisés. Quando Moisés estava para construir a Tenda, Deus disse: "Tenha cuidado para fazer tudo de acordo com o modelo que eu lhe mostrei no monte."
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6
|Hebreus 8:6|
Mas, de fato, Jesus foi encarregado de um serviço sacerdotal que é superior ao dos sacerdotes. Pois a aliança que ele conseguiu é melhor porque ela se baseia em promessas de coisas melhores.
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7
|Hebreus 8:7|
Pois, se a primeira aliança tivesse sido perfeita, não seria necessária uma nova aliança.
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8
|Hebreus 8:8|
Mas Deus vê que o seu povo é culpado e diz: "Está chegando o tempo, diz o Senhor, em que farei uma nova aliança com o povo de Israel e com o povo de Judá.
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|Hebreus 8:9|
Essa aliança não será como aquela que eu fiz com os antepassados deles, no dia em que os peguei pela mão e os tirei da terra do Egito. Não foram fiéis à aliança que fiz com eles, e por isso, diz o Senhor, eu os desprezei.
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10
|Hebreus 8:10|
Quando esse tempo chegar, diz o Senhor, farei com o povo de Israel esta aliança: Eu porei as minhas leis na mente deles e no coração deles as escreverei. Eu serei o Deus deles, e eles serão o meu povo.
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11
|Hebreus 8:11|
Ninguém vai precisar ensinar o seu patrício nem o seu parente, dizendo: 'Procure conhecer o Senhor.' Porque todos me conhecerão, tanto as pessoas mais humildes como as mais importantes.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva