-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
-
11
|Isaías 13:11|
O SENHOR Deus diz: "Eu vou castigar o mundo por causa das suas maldades; vou castigar as pessoas perversas por causa dos seus pecados. Acabarei com o orgulho dos vaidosos e humilharei as pessoas violentas.
-
12
|Isaías 13:12|
Quando eu acabar de castigá-los, as pessoas que ficarem vivas serão mais raras do que o ouro, do que o ouro puro de Ofir.
-
13
|Isaías 13:13|
No dia em que eu, o SENHOR Todo-Poderoso, mostrar a minha ira e o meu furor, farei com que os céus tremam e com que a terra saia do seu lugar.
-
14
|Isaías 13:14|
"Os estrangeiros que moram na Babilônia fugirão e voltarão para os seus próprios países. Serão como gazelas que fogem dos caçadores, como ovelhas que não têm pastor.
-
15
|Isaías 13:15|
Os que forem alcançados e forem presos serão mortos à espada.
-
16
|Isaías 13:16|
Diante dos seus próprios olhos, os seus filhos serão esmagados, as suas casas serão assaltadas, e as suas mulheres, violentadas.
-
17
|Isaías 13:17|
"Contra os babilônios vou atiçar os medos, um povo que não faz caso de prata nem de ouro.
-
18
|Isaías 13:18|
Com as suas flechas, eles matarão os jovens; matarão crianças e bebês sem dó nem piedade.
-
19
|Isaías 13:19|
Babilônia é a glória e o orgulho do seu povo, a mais bela cidade de todos os reinos; mas ela vai ficar como Sodoma e Gomorra quando eu as destruí.
-
20
|Isaías 13:20|
Babilônia ficará completamente vazia, e nunca mais ninguém morará ali. Os viajantes árabes não armarão ali as suas barracas, e nenhum pastor levará as suas ovelhas para pastarem lá.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva