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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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11
|Isaías 19:11|
As autoridades da cidade de Zoã não têm juízo; os sábios conselheiros do rei lhe dão conselhos tolos. Como é que vocês se atrevem a dizer ao rei: "Somos descendentes dos antigos sábios; os nossos antepassados eram reis"?
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12
|Isaías 19:12|
Rei do Egito, onde estão agora os seus sábios? Que eles lhe digam o que é que o SENHOR Todo-Poderoso está planejando fazer contra o Egito!
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13
|Isaías 19:13|
As autoridades de Zoã perderam o juízo, e as da cidade de Mênfis estão enganadas. Os governadores das províncias estão fazendo o povo do Egito errar o caminho.
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14
|Isaías 19:14|
O SENHOR pôs neles um espírito de confusão; os conselhos que eles dão só confundem ainda mais os egípcios, e estes parecem bêbados escorregando no seu próprio vômito.
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15
|Isaías 19:15|
Ninguém, seja rico ou pobre, importante ou humilde, pode fazer nada para ajudar o Egito.
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16
|Isaías 19:16|
Naquele dia, os egípcios parecerão mulheres: ficarão todos tremendo de medo quando o SENHOR Todo-Poderoso levantar a mão para castigá-los.
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17
|Isaías 19:17|
Eles terão medo da terra de Judá; e, todas as vezes que ouvirem falar dessa terra, eles ficarão apavorados pensando naquilo que o SENHOR Todo-Poderoso já planejou fazer contra eles.
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18
|Isaías 19:18|
Naquele dia, haverá no Egito cinco cidades em que os moradores falarão hebraico e jurarão obedecer ao SENHOR Todo-Poderoso; uma dessas cidades será chamada de "Cidade do Sol".
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19
|Isaías 19:19|
Naquele dia, haverá no Egito um altar dedicado a Deus, o SENHOR, e na fronteira do país será levantada uma coluna em honra do SENHOR.
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20
|Isaías 19:20|
Eles serão construídos para serem sinais e testemunhas da presença do SENHOR Todo-Poderoso na terra do Egito. E, quando os egípcios forem perseguidos e clamarem ao SENHOR pedindo ajuda, ele lhes enviará um salvador e defensor que os livrará dos seus inimigos.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva