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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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|Isaías 65:11|
"Mas alguns de vocês se afastam de mim; desprezam o meu monte santo e fazem ofertas de comida e de vinho a Gade e a Meni, os deuses da sorte e do destino.
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12
|Isaías 65:12|
Pois então o destino de vocês será morrer à espada; eu farei com que todos fiquem de joelhos para serem mortos. Pois eu os chamei, mas vocês não responderam; eu lhes falei, mas vocês não deram atenção. Pelo contrário, fizeram o que me desagrada, escolheram coisas que me aborrecem."
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13
|Isaías 65:13|
Portanto, o SENHOR Deus diz: "Aqueles que me servem terão comida e bebida, mas vocês passarão fome e sede; eles serão felizes, mas vocês serão humilhados;
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14
|Isaías 65:14|
eles cantarão, cheios de alegria, mas vocês gemerão de tristeza, chorarão com o coração cheio de angústia.
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15
|Isaías 65:15|
"Eu, o SENHOR Deus, os matarei. E os meus servos, o meu povo escolhido, usarão os nomes de vocês para rogar pragas. Mas nos meus servos eu porei um novo nome.
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16
|Isaías 65:16|
Qualquer pessoa na Terra Prometida que pedir uma bênção vai pedi-la ao Deus fiel; e quem fizer uma promessa a fará em nome do Deus fiel." O SENHOR diz ao seu povo: "Vocês esquecerão as desgraças que sofreram, e eu também não lembrarei mais delas.
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|Isaías 65:17|
Pois eu estou criando um novo céu e uma nova terra; o passado será esquecido, e ninguém lembrará mais dele.
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18
|Isaías 65:18|
Alegrem-se, fiquem felizes para sempre com aquilo que eu vou criar; pois vou encher de alegria a cidade de Jerusalém e vou dar muita felicidade ao seu povo.
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19
|Isaías 65:19|
Eu ficarei contente com Jerusalém, e o meu povo me encherá de alegria. Nunca mais se ouvirá em Jerusalém nem barulho de choro nem gritos de aflição.
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20
|Isaías 65:20|
Nunca mais morrerão ali criancinhas de poucos dias; ninguém morrerá antes de ficar bem velho. Morrer aos cem anos será morrer moço, e não chegar aos cem anos será uma maldição.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva