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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Joel 2:1|
Toquem as cornetas no monte Sião, dêem um grito de alarme no monte de Deus! Trema de medo, povo de Judá, pois está chegando o Dia do SENHOR.
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2
|Joel 2:2|
Será um dia de escuridão e trevas, um dia de nuvens negras. Os gafanhotos avançam como um exército enorme e poderoso, como uma nuvem escura que cobre as montanhas. Nunca houve uma coisa assim no passado e no futuro nunca mais haverá.
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3
|Joel 2:3|
Eles devoram tudo, como se fossem fogo, como o fogo que queima e destrói. Antes de chegarem, a terra é como um paraíso; mas, depois de passarem, ela parece um deserto. Os gafanhotos acabam com tudo!
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4
|Joel 2:4|
Eles parecem cavalos e correm como cavalos de guerra.
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5
|Joel 2:5|
Vêm saltando no alto das montanhas, fazendo barulho como carros de guerra, como galhos secos estalando no fogo. São como um enorme exército posto em ordem de combate.
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6
|Joel 2:6|
Eles vão avançando, e todo mundo treme, todos ficam pálidos de medo.
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7
|Joel 2:7|
Eles atacam como soldados valentes; correm, sobem pelos muros e continuam sempre avançando. Marcham em linha reta
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8
|Joel 2:8|
e não empurram uns aos outros, pois cada um segue o seu caminho. Marcham sempre em frente, e não há armas que possam fazê-los parar.
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9
|Joel 2:9|
Eles atacam a cidade, sobem pelas paredes das casas e entram pelas janelas como ladrões.
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10
|Joel 2:10|
Avançam sem parar, e a terra treme, o céu estremece, o sol e a lua se escurecem, e as estrelas deixam de brilhar.
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Sugestões

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26 de junho LAB 543
OS NOSSOS SALMOS
SALMOS 68-71
Hoje, temos mais alguns salmos inspiradores para ler.
Para Matthew Henry, o Salmo 68 provavelmente tenha sido composto por Davi na ocasião em que a arca do Senhor foi trazida de Obede-Edom para o tarbernáculo que ele tinha preparado em Sião. O salmista começa com uma oração contra os inimigos de Deus a favor do seu povo, depois passa a louvar a Deus, o que vai até quase no final do salmo. Por fim, Davi conclui o salmo com um humilde reconhecimento da glória e graça de Deus.
Se dividirmos o Salmo 69 em três partes, veremos que, primeiramente, até no verso 21, o salmista queixa-se de um grande aperto pelo qual ele está passando e daí roga a Deus insistentemente para que lhe alivie e socorra dessa situação. Depois vem a parte imprecatória. Do verso 22 até o 29, o texto visa os juízos de Deus contra os perseguidores do autor do salmo. Por fim, do verso 30 em diante, o salmista conclui com vozes de júbilo e de louvor, na segurança de que Deus vai ajudar e socorrer, tanto o próprio salmista quanto o povo, em geral.
O Salmo 70 é bem interessante. Ele é uma cópia, quase que “ipsis litteris”, do trecho final do Salmo 40. Mas como esse salmo também é de Davi, não podemos dizer que foi um plágio, pois é o autor copiando dele mesmo. Então, o que encontramos é Davi orando para Deus enviar socorro para ele mesmo, para Deus enviar confusão aos seus próprios inimigos e conceder alegria para seus amigos.
A seguir, nos deparamos com um salmo diferente, o 71. Ele não tem título, mas tem um bonito conteúdo. A impressão é que esse salmo foi escrito por um ancião que tinha sofrido muitas provas e passado por muitas dificuldades. Então, no começo, ele faz uma oração a Deus para que não o deixe, mas que o salve, confundindo os inimigos. A conclusão, no entanto, mostra muita fé, no estado que experimenta uma esperança como nunca antes. É um verdadeiro êxtase de louvor e alegria.
São apenas quatro salmos, mas é uma leitura compensadora. Muitas vezes, nos deparamos com situações em que não sabemos o que orar ou como orar. Nessas horas, lembramos das orações que lemos. Agora, se eu puder lhe dar uma dica, tente decorar os salmos. Decorá-los também é muito compensador! Sei alguns salmos de cor. E muitas vezes, nas minhas lutas espirituais, quando eu não sabia mais o que falar, o que manteve meu relacionamento com Deus foi a lembrança das palavras inseridas neles. E isso é bom!
Faça desses salmos, seus salmos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva