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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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11
|Joel 1:11|
Fiquem desesperados, vocês que trabalham nos campos; chorem, vocês que cuidam das parreiras; pois não há trigo nem cevada. Todas as colheitas foram destruídas.
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12
|Joel 1:12|
As parreiras e as figueiras secaram; estão secas as romãzeiras, as palmeiras, as macieiras e todas as outras árvores frutíferas. O povo todo está triste.
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13
|Joel 1:13|
Sacerdotes, vocês que apresentam as ofertas no altar, vistam roupa feita de pano grosseiro e chorem. Servos do meu Deus, venham ao pátio do Templo e chorem a noite inteira. Pois na casa do nosso Deus não há mais ofertas de alimento nem de vinho.
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14
|Joel 1:14|
Convoquem uma reunião no Templo e anunciem um dia de jejum. Reúnam as autoridades e todo o povo de Judá no Templo do SENHOR, nosso Deus, e orem a ele pedindo socorro.
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15
|Joel 1:15|
Ah! Está chegando o Dia do SENHOR, em que o Todo-Poderoso vai trazer destruição. Será um dia de terror!
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16
|Joel 1:16|
Sem podermos fazer nada, vimos as nossas plantações serem destruídas. No Templo do nosso Deus não há alegria nem festa.
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17
|Joel 1:17|
Nos campos secos, as sementes não brotam; não há colheita de trigo, e os depósitos de cereais estão caindo aos pedaços.
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18
|Joel 1:18|
O gado está mugindo de fome, e os bois andam tontos de um lado para o outro porque não há pasto. As ovelhas também estão morrendo.
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19
|Joel 1:19|
Eu clamo a ti, ó SENHOR! As árvores e os pastos estão secos, como se um fogo tivesse queimado tudo.
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20
|Joel 1:20|
Até os animais selvagens pedem socorro a ti porque os rios secaram, e por toda parte a seca acabou com o capim.
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva