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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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1
|Marcos 15:1|
Assim que amanheceu, os chefes dos sacerdotes se reuniram com os líderes dos judeus, e com os mestres da Lei, e com todo o Conselho Superior e fizeram os seus planos. Eles amarraram Jesus, e o levaram, e entregaram a Pilatos.
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2
|Marcos 15:2|
Pilatos perguntou: - Você é o rei dos judeus? - Quem está dizendo isso é o senhor! - respondeu Jesus.
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3
|Marcos 15:3|
E os chefes dos sacerdotes faziam muitas acusações contra ele.
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4
|Marcos 15:4|
Então Pilatos fez outra pergunta: - Você não vai responder? Veja quantas acusações estão fazendo contra você!
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5
|Marcos 15:5|
Porém Jesus não disse mais nada, e Pilatos ficou muito admirado com isso.
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6
|Marcos 15:6|
Em toda Festa da Páscoa, o Governador costumava soltar um dos presos, a pedido do povo.
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7
|Marcos 15:7|
Naquela ocasião um homem chamado Barrabás estava preso na cadeia junto com alguns homens que tinham matado algumas pessoas numa revolta.
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8
|Marcos 15:8|
A multidão veio e começou a pedir que, como era o costume, Pilatos soltasse um preso.
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9
|Marcos 15:9|
Então ele perguntou: - Vocês querem que eu solte para vocês o rei dos judeus?
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10
|Marcos 15:10|
Ele sabia muito bem que os chefes dos sacerdotes tinham inveja de Jesus e que era por isso que o haviam entregado a ele.
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Sugestões

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19 de maio LAB 505
CORTANDO O MAL PELA RAÍZ
2Crônicas 29-31
Vamos continuar com nossa leitura bíblica? Em contraste com o exemplo do rei Acaz, hoje encontramos um rei fiel. Bom, né?
Quando o rei Ezequias chegou ao trono, a devastação do reinado que seu pai havia deixado, podia ser vista em todos os lugares. Era algo muito triste: “Em poucas e bem escolhidas palavras, o rei passou em revista a situação que enfrentava: o templo fechado e a cessação de todas as cerimônias no seu recinto; a idolatria flagrante praticada nas ruas da cidade e através do reino; a apostasia de multidões que poderiam ter permanecido leais a Deus se os líderes de Judá lhes tivessem dado um exemplo reto; e o declínio do reino e sua perda de prestígio na estima das nações ao redor.” Profetas e Reis, pág. 332. O profeta Miquéias descreve, com muita propriedade, sobre a condição espiritual de Judá no momento em que Ezequias tornou-se rei (ver Miquéias capítulos 2 e 3). Até os sacerdotes e os profetas tinham problemas espirituais sérios.
Provavelmente, você já deve ter visto aquele ditado que diz: “Filho de peixe, peixinho é.” Mas no caso de Acaz e Ezequias, isso não pode ser aplicado. Acaz foi apóstata, Ezequias foi fiel.
Veja as palavras de Ezequias: “Nossos pais foram infiéis; fizeram o que o nosso Deus reprova e O abandonaram. Desviaram o rosto do local da habitação do Senhor e deram-lhe as costas. Também fecharam as portas do pórtico e apagaram as lâmpadas. Não queimaram incenso nem apresentaram holocausto no santuário para o Deus de Israel” (2Crônicas 29:6-7).
Penso que o maior problema do tempo do pai de Ezequias, no assunto de apostasia, foi o fato de que eles fecharam o próprio templo. O edifício que o próprio Deus tinha fundado, o lugar onde o Senhor Se manifestaria ao Seu povo, o lugar onde as pessoas deveriam louvar a Deus, reconhecer a Deus como Criador e Redentor, o lugar onde Ele reinava e onde estava centralizada Sua atividade de salvação; tudo isso tinha sido abertamente abandonado pelas próprias pessoas que diziam que eram povo de Deus. Que mau testemunho! Como eles se rebaixaram!
Foi nesse contexto que chegou Ezequias. Ele não só restaurou a adoração correta, mas não perdeu tempo em arrancar todas as práticas errôneas, porque aparentemente sabia que, não importava quantas boas coisas instituísse, não importava quantas formas e tradições adequadas fossem seguidas, a existência de práticas pecaminosas iria fatalmente envenenar tudo.
Maus hábitos são como uma batata podre numa caixa de batatas boas: é só uma questão de tempo, e o mal leva tudo para o brejo. Corte o mal pela raiz.
Valdeci Júnior
Fátima Silva