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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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11
|Oséias 2:11|
Acabarei com toda a sua alegria: não haverá mais festas anuais ou festas mensais, nem as festas dos sábados, nem qualquer outra festa.
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12
|Oséias 2:12|
Eu destruirei as suas plantações de uvas e as suas figueiras que ela disse que recebeu como pagamento dos seus amantes. Só ficará mato, e os animais selvagens devorarão tudo.
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13
|Oséias 2:13|
Ela me abandonou, adorou as imagens do deus Baal e queimou incenso como oferta a ele. Ela também se enfeitou com anéis e jóias e correu atrás dos seus amantes. Por causa de tudo isso, eu a castigarei. Eu, o SENHOR, estou falando.
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14
|Oséias 2:14|
Deus disse ao povo de Israel: - Vou seduzir a minha amada e levá-la de novo para o deserto, onde lhe falarei do meu amor.
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15
|Oséias 2:15|
Ali, eu devolverei a ela as suas plantações de uvas e transformarei o vale da Desgraça em uma porta de esperança. Então ela falará comigo como fazia no tempo em que era moça, quando saiu do Egito.
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16
|Oséias 2:16|
Mais uma vez ela me chamará de "Meu marido" em vez de me chamar de "Meu Baal".
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17
|Oséias 2:17|
Nunca mais deixarei que ela diga o nome Baal; nunca mais se falará desse deus. Sou eu, o SENHOR, quem está falando.
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18
|Oséias 2:18|
- Naquele dia, farei um acordo com os animais selvagens, com as aves e com as cobras, para que não ataquem a minha amada. Quebrarei as armas de guerra, os arcos e as espadas; não haverá mais guerra, e o meu povo viverá em paz e segurança.
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19
|Oséias 2:19|
- Israel, eu casarei com você, e para sempre você será minha legítima esposa. Eu a tratarei com amor e carinho
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20
|Oséias 2:20|
e serei um marido fiel. Então você se dedicará a mim, o SENHOR.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva