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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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17
|Oséias 9:17|
O meu Deus rejeitará o seu povo porque eles não lhe obedecem. E eles andarão sem rumo entre as outras nações.
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1
|Oséias 10:1|
O povo de Israel é como uma parreira cheia de uvas. Quanto mais ricos ficaram, mais altares construíram; e, quanto mais a nação progredia, mais colunas do deus Baal foram levantadas.
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2
|Oséias 10:2|
Eles não são fiéis a Deus e agora eles terão de pagar pelo seu pecado. O SENHOR quebrará os seus altares e derrubará as colunas do deus Baal.
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3
|Oséias 10:3|
Eles vão dizer: "Não temos rei porque não tememos a Deus. E, se tivéssemos um rei, o que é que ele poderia fazer por nós?"
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4
|Oséias 10:4|
Eles só dizem mentiras; todos juram falso e fazem acordos que não pretendem cumprir. E aquilo que chamam de justiça é tão perigoso como a erva venenosa que cresce em campo arado.
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5
|Oséias 10:5|
O povo que mora em Samaria ficará com medo e chorará quando o bezerro de ouro de Bete-Avém for levado embora. Os sacerdotes pagãos ficarão desesperados ao perderem esse ídolo que era a sua glória,
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6
|Oséias 10:6|
pois será levado para a Assíria como presente para o grande imperador. E o povo de Israel ficará com vergonha dos conselhos que seguiu.
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7
|Oséias 10:7|
O rei de Israel será levado embora, como um cisco que é carregado pela correnteza.
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8
|Oséias 10:8|
Os altares dos montes de Avém, onde o povo adora ídolos, serão destruídos e ficarão cobertos de mato e de espinhos. O povo dirá às montanhas: "Caiam em cima de nós!" e aos montes: "Caiam em cima de nós!"
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9
|Oséias 10:9|
O SENHOR Deus diz: - Desde o tempo em que pecou em Gibeá, o povo de Israel não tem parado de pecar. Por isso, em Gibeá a guerra alcançará essa gente perversa.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva