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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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14
|Zacarías 14:14|
Até os homens de Judá lutarão contra Jerusalém. Serão levadas embora todas as riquezas das nações vizinhas, isto é, grandes quantidades de ouro, prata e roupa.
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15
|Zacarías 14:15|
E a mesma praga que Deus vai mandar contra as pessoas vai atacar também todos os animais dos inimigos, isto é, os cavalos, as mulas, os camelos e os jumentos.
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16
|Zacarías 14:16|
Depois disso, todos os que sobrarem das nações que lutarem contra Jerusalém irão uma vez por ano até lá a fim de adorar o SENHOR Todo-Poderoso como rei e para comemorar a Festa das Barracas.
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17
|Zacarías 14:17|
Se uma nação não for adorar o Rei, o SENHOR Todo-Poderoso, então não cairá chuva naquele país.
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18
|Zacarías 14:18|
Se os egípcios não forem até Jerusalém para comemorar a Festa das Barracas, o SENHOR Deus os castigará com a mesma praga que vai mandar sobre as outras nações.
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19
|Zacarías 14:19|
Este será o castigo que Deus vai mandar sobre o Egito e sobre qualquer outra nação que não for até Jerusalém para comemorar a Festa das Barracas.
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20
|Zacarías 14:20|
Naquele dia, até nos sininhos das rédeas dos cavalos será escrito isto: "Separado para o SENHOR", e as panelas do Templo serão tão sagradas como as bacias que estão em frente do altar.
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21
|Zacarías 14:21|
Em Jerusalém e em Judá, todas as panelas serão separadas para o SENHOR Todo-Poderoso. Quando alguém for ao Templo para oferecer um sacrifício a Deus, essa pessoa usará as suas panelas para cozinhar a carne que será oferecida. E naquele dia não haverá nenhum vendedor no Templo do SENHOR Todo-Poderoso.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva