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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Versão Internacional -
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
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Nova Tradução na Linguagem de Hoje -
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João Ferreira de Almeida Corrigida e Revisada, Fiel -
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João Ferreira de Almeida Atualizada -
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|Ezequiel 47:5|
Mediu mais quinhentos, mas agora era um rio que eu não conseguia atravessar, porque a água havia aumentado e era tão profunda que só se podia atravessar a nado; era um rio que não se podia atravessar andando.
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|Ezequiel 47:5|
Mediu ainda outros mil, e era já um rio que eu não podia atravessar, porque as águas tinham crescido, águas que se deviam passar a nado, rio pelo qual não se podia passar.
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|Ezequiel 47:5|
Finalmente, mediu mais quinhentos metros, e o rio era tão fundo, que eu não podia atravessar. Era fundo demais para ser atravessado, a não ser a nado.
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|Ezequiel 47:5|
E mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado, rio pelo qual não se podia passar.
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|Ezequiel 47:5|
Ainda mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia atravessar; pois as águas tinham crescido, águas para nelas nadar, um rio pelo qual não se podia passar a vau.
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|Ezequiel 47:6|
Ele me perguntou: “Filho do homem, você vê isto?” Levou-me então de volta à margem do rio.
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|Ezequiel 47:6|
E me disse: Viste isto, filho do homem? Então, me levou e me tornou a trazer à margem do rio.
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|Ezequiel 47:6|
Aí ele me disse: - Homem mortal, preste muita atenção em tudo isso! Então o homem me levou de novo para a margem.
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|Ezequiel 47:6|
E disse-me: Viste isto, filho do homem? Então levou-me, e me fez voltar para a margem do rio.
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|Ezequiel 47:6|
E me perguntou: Viste, filho do homem? Então me levou, e me fez voltar à margem do rio.
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Sugestões

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10 de junho LAB 527
MEU MUNDO NÃO É AQUI
JÓ 25-28
“Pelo Deus vivo, que me negou justiça, pelo Todo poderoso, que deu amargura à minha alma, enquanto eu tiver vida em mim, o sopro de Deus em minhas narinas, meus lábios não falarão maldade, e minha língua não proferirá nada que seja falso. Nunca darei razão a vocês [para me acusarem]! Minha integridade não negarei jamais, até à morte. Manterei minha retidão, e nunca a deixarei enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá” (Jó 27:1-6).
Quem disse isso? O grande Jó. Destaquei esse trecho da leitura porque, para mim, ele é demais. Pense: um seguidor de Deus, sofrendo, na pior das desgraças, sem saber para onde foi a justiça do Senhor, ter a coragem de olhar para o Céu e dizer: “Deus, ainda que o Senhor me mate, é em Ti que eu vou continuar colocando a minha esperança”?
Isso que é fé. Porque quando alguém passa por uma dificuldade, ora e tem sua oração respondida, não tem tanta fé assim. O mundo hoje anda tão longe de compreender o que é fé, que pensa que o “máximo da fé” seria: está desempregado? Bate o joelho no chão e pede um emprego para o Senhor. Daí a oração é respondida e o emprego aparece. Oh! Isso que é fé! Está doente? Faz uma oração e vem a cura! Oh! Que fé! Está precisando de dinheiro? Pede para Deus e a grana aparece. Oh!... Fé? Fé ou presunção? Fé ou teologia da prosperidade? Fé ou mercadologia da religião? Fé ou falta de compreensão bíblica?
Quando é preciso ter mais fé: orar para um paralítico levantar-se e sair andando, em nome de Jesus, e vê-lo sair andando ou orar para um paralítico levantar-se, em nome de Jesus, e não vê-lo sair andando e ainda assim continuar crendo em Jesus? Percebe como nossa noção de fé tem sido deturpada?
Então, permita-me repetir o trecho destacado que estampa, de forma grandiosa, a fé desse homem: “Pelo Deus vivo, que me negou justiça, pelo Todo poderoso, que deu amargura à minha alma, enquanto eu tiver vida em mim, o sopro de Deus em minhas narinas, meus lábios não falarão maldade, e minha língua não proferirá nada que seja falso. Nunca darei razão a vocês [para me acusarem]! Minha integridade não negarei jamais, até à morte. Manterei minha retidão, e nunca a deixarei enquanto eu viver, a minha consciência não me repreenderá.”
Fé é a ponte que nos liga desta vida para a vida eterna. É a convicção de que nosso CÉU PODE COMEÇAR AQUI, MAS QUE NOSSO MUNDO, ABSOLUTAMENTE, NÃO É AQUI.
Nosso destino é o Céu!
Valdeci Júnior
Fátima Silva