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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Versão Internacional -
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|1 Crônicas 21:21|
Nisso chegou Davi e, quando Araúna o viu, saiu da eira e prostrou-se diante de Davi com o rosto em terra.
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22
|1 Crônicas 21:22|
E Davi lhe pediu: “Ceda-me o terreno da sua eira para eu construir um altar em honra ao SENHOR, para que cesse a praga sobre o povo. Venda-me o terreno pelo preço justo”.
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|1 Crônicas 21:23|
Mas Araúna disse a Davi: “Considera-o teu! Que o meu rei e senhor faça dele o que desejar. Eu darei os bois para os holocaustos [88], o debulhador para servir de lenha e o trigo para a oferta de cereal. Tudo isso eu dou a ti”.
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|1 Crônicas 21:24|
O rei Davi, porém, respondeu a Araúna: “Não! Faço questão de pagar o preço justo. Não darei ao SENHOR aquilo que pertence a você, nem oferecerei um holocausto que não me custe nada”.
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|1 Crônicas 21:25|
Então Davi pagou a Araúna sete quilos e duzentos gramas [89] de ouro pelo terreno.
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|1 Crônicas 21:26|
E Davi edificou ali um altar ao SENHOR e ofereceu holocaustos e sacrifícios de comunhão [90]. Davi invocou o SENHOR, e o SENHOR lhe respondeu com fogo que veio do céu sobre o altar de holocaustos.
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|1 Crônicas 21:27|
O SENHOR ordenou ao anjo que pusesse a espada na bainha.
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|1 Crônicas 21:28|
Nessa ocasião viu Davi que o SENHOR lhe havia respondido na eira de Araúna, o jebuseu, e passou a oferecer sacrifícios ali.
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|1 Crônicas 21:29|
Naquela época, o tabernáculo do SENHOR que Moisés fizera no deserto e o altar de holocaustos estavam em Gibeom [91].
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|1 Crônicas 21:30|
Mas Davi não podia consultar a Deus lá, pois tinha medo da espada do anjo do SENHOR.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva