-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Nova Versão Internacional -
-
21
|1 Crônicas 27:21|
da outra metade da tribo de Manassés, em Gileade: Ido, filho de Zacarias; de Benjamim: Jaasiel, filho de Abner;
-
22
|1 Crônicas 27:22|
de Dã: Azareel, filho de Jeroão. Foram esses os líderes das tribos de Israel.
-
23
|1 Crônicas 27:23|
Davi não contou os homens com menos de vinte anos, pois o SENHOR havia prometido tornar Israel tão numeroso quanto as estrelas do céu.
-
24
|1 Crônicas 27:24|
Joabe, filho de Zeruia, começou a contar os homens, mas não pôde terminar. A ira divina caiu sobre Israel por causa desse recenseamento, e o resultado não entrou nos registros históricos do rei Davi.
-
25
|1 Crônicas 27:25|
Azmavete, filho de Adiel, estava encarregado dos tesouros do palácio. Jônatas, filho de Uzias, estava encarregado dos depósitos do rei nos distritos distantes, nas cidades, nos povoados e nas torres de sentinela.
-
26
|1 Crônicas 27:26|
Ezri, filho de Quelube, estava encarregado dos trabalhadores rurais, que cultivavam a terra.
-
27
|1 Crônicas 27:27|
Simei, de Ramá, estava encarregado das vinhas. Zabdi, de Sifá, estava encarregado do vinho que era armazenado em tonéis.
-
28
|1 Crônicas 27:28|
Baal-Hanã, de Gederá, estava encarregado das oliveiras e das figueiras bravas, na Sefelá [106]. Joás estava encarregado do fornecimento de azeite.
-
29
|1 Crônicas 27:29|
Sitrai, de Sarom, estava encarregado dos rebanhos que pastavam em Sarom. Safate, filho de Adlai, estava encarregado dos rebanhos nos vales.
-
30
|1 Crônicas 27:30|
O ismaelita Obil estava encarregado dos camelos. Jedias, de Meronote, estava encarregado dos jumentos.
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva