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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Versão Internacional -
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|1 Samuel 26:7|
Davi e Abisai entraram à noite no acampamento. Saul estava dormindo e tinha fincado sua lança no chão, perto da cabeça. Abner e os soldados estavam deitados à sua volta.
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8
|1 Samuel 26:8|
Abisai disse a Davi: “Hoje Deus entregou o seu inimigo nas suas mãos. Agora deixe que eu crave a lança nele até o chão, com um só golpe; não precisarei de outro”.
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9
|1 Samuel 26:9|
Davi, contudo, disse a Abisai: “Não o mate! Quem pode levantar a mão contra o ungido do SENHOR e permanecer inocente?
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10
|1 Samuel 26:10|
Juro pelo nome do SENHOR”, disse ele, “o SENHOR mesmo o matará; ou chegará a sua hora e ele morrerá, ou ele irá para a batalha e perecerá.
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11
|1 Samuel 26:11|
O SENHOR me livre de levantar a mão contra o seu ungido. Agora, peguemos a lança e o jarro com água que estão perto da cabeça dele e vamos embora”.
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12
|1 Samuel 26:12|
Dito isso, Davi apanhou a lança e o jarro que estavam perto da cabeça de Saul, e eles foram embora. Ninguém os viu, ninguém percebeu nada e ninguém acordou. Estavam todos dormindo, pois um sono pesado vindo do SENHOR havia caído sobre eles.
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|1 Samuel 26:13|
Então Davi foi para o outro lado e colocou-se no topo da colina, ao longe, a uma boa distância deles.
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|1 Samuel 26:14|
E gritou para o exército e para Abner, filho de Ner: “Você não vai me responder, Abner?” Abner respondeu: “Quem é que está gritando para o rei?”
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|1 Samuel 26:15|
Disse Davi: “Você é homem, não é? Quem é como você em Israel? Por que você não protegeu o rei, seu senhor? Alguém foi até aí para matá-lo.
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|1 Samuel 26:16|
Não é bom isso que você fez! Juro pelo SENHOR que todos vocês merecem morrer, pois não protegeram o seu rei, o ungido do SENHOR. Agora, olhem! Onde estão a lança e o jarro de água do rei, que estavam perto da cabeça dele?”
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva