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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Versão Internacional -
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1
|Isaías 62:1|
Por amor de Sião eu não sossegarei, por amor de Jerusalém não descansarei enquanto a sua justiça não resplandecer como a alvorada, e a sua salvação, como as chamas de uma tocha.
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2
|Isaías 62:2|
As nações verão a sua justiça, e todos os reis, a sua glória; você será chamada por um novo nome que a boca do SENHOR lhe dará.
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3
|Isaías 62:3|
Será uma esplêndida coroa na mão do SENHOR, um diadema real na mão do seu Deus.
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4
|Isaías 62:4|
Não mais a chamarão abandonada, nem desamparada à sua terra. Você, porém, será chamada Hefzibá [118], e a sua terra, Beulá [119], pois o SENHOR terá prazer em você, e a sua terra estará casada.
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5
|Isaías 62:5|
Assim como um jovem se casa com sua noiva, os seus filhos se casarão [120] com você; assim como o noivo se regozija por sua noiva, assim o seu Deus se regozija por você.
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6
|Isaías 62:6|
Coloquei sentinelas em seus muros, ó Jerusalém; jamais descansarão, dia e noite. Vocês que clamam pelo SENHOR não se entreguem ao repouso
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7
|Isaías 62:7|
e não lhe concedam descanso até que ele estabeleça Jerusalém e faça dela o louvor da terra.
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8
|Isaías 62:8|
O SENHOR jurou por sua mão direita e por seu braço poderoso: “Nunca mais darei o seu trigo como alimento para os seus inimigos, e nunca mais estrangeiros beberão o vinho novo pelo qual se afadigaram;
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9
|Isaías 62:9|
mas aqueles que colherem o trigo, dele comerão e louvarão o SENHOR, e aqueles que juntarem as uvas delas beberão nos pátios do meu santuário”.
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10
|Isaías 62:10|
Passem, passem pelas portas! Preparem o caminho para o povo. Construam, construam a estrada! Removam as pedras. Ergam uma bandeira para as nações.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva