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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Versão Internacional -
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11
|Gênesis 25:11|
Depois da morte de Abraão, Deus abençoou seu filho Isaque. Isaque morava próximo a Beer-Laai-Roi.
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12
|Gênesis 25:12|
Este é o registro da descendência de Ismael, o filho de Abraão que Hagar, a serva egípcia de Sara, deu a ele.
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13
|Gênesis 25:13|
São estes os nomes dos filhos de Ismael, alistados por ordem de nascimento: Nebaiote, o filho mais velho de Ismael, Quedar, Adbeel, Mibsão,
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14
|Gênesis 25:14|
Misma, Dumá, Massá,
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15
|Gênesis 25:15|
Hadade, Temá, Jetur, Nafis e Quedemá.
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16
|Gênesis 25:16|
Foram esses os doze filhos de Ismael, que se tornaram os líderes de suas tribos; os seus povoados e acampamentos receberam os seus nomes.
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17
|Gênesis 25:17|
Ismael viveu cento e trinta e sete anos. Morreu e foi reunido aos seus antepassados.
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18
|Gênesis 25:18|
Seus descendentes se estabeleceram na região que vai de Havilá a Sur, próximo à fronteira com o Egito, na direção de quem vai para Assur. E viveram em hostilidade [85] contra todos os seus irmãos.
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19
|Gênesis 25:19|
Esta é a história da família de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou Isaque,
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20
|Gênesis 25:20|
o qual aos quarenta anos se casou com Rebeca, filha de Betuel, o arameu de Padã-Arã [86], e irmã de Labão, também arameu.
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18 de agosto LAB 596
PLANOS DO PAI PARA NÓS
Jeremias 27-29
Em Jeremias 27, mais uma vez, o profeta anuncia sua mensagem utilizando um ato simbólico. Deus, que é o Senhor da História, concedeu por um tempo a soberania a Nabucodonosor, rei da Babilônia, e as nações que não se submeterem a ele terão de arcar com as conseqüências. Esse mesmo Deus é, ainda hoje, o Senhor da História. Ele concede a você certo domínio sobre algumas coisas na vida, e a outros, certos domínios sobre você. Pare para pensar, em como é que você tem lidado com estes assuntos de exercício de autoridade concedida.
No capítulo 28, a menção do jugo do rei da Babilônia relaciona este relato com o capítulo anterior, apesar de, aqui, a narração estar na terceira pessoa e não na primeira. O relato apresenta dois profetas, Hananias e Jeremias, como representantes de dois pontos de vista antagônicos. Hananias representa os profetas que anunciam paz e prosperidade; Jeremias declara que esse anúncio traz falsa esperança. Na realidade Jeremias estabeleceu um ponto de equilíbrio: o cativeiro não seria tão breve, como alguns falsos profetas tentavam predizer, mas certamente chegaria ao fim. O resultado desse encontro revelou quem é o falso profeta e qual é o critério para identificá-lo.
Mas quando entramos no capítulo 29, encontramos pelo menos três importantes fontes de esperança:
Deus diz ao Seu povo que não deve desistir da esperança porque sua situação não é resultado de acaso ou mal impossível de se predizer, pois o próprio Deus diz: “Eu deportei [Judá] de Jerusalém para a Babilônia” (verso 4). Embora o mal parecia cercá-lo, Judá nunca deixou de estar no centro das mãos de Deus.
Deus diz ao Seu povo que não deve perder a esperança porque Ele pode trabalhar mesmo dentro das dificuldades presentes (verso 7).
Deus diz ao Seu povo que não deve perder a esperança porque Ele vai pôr fim ao seu exílio em um tempo específico: “Assim diz o Senhor: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a Minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar” (verso 10).
Mas veja com destaque os versos 11-14. Depois que Deus explicou como estava no comando no passado, está no comando no presente e estará no comando no futuro, Ele expressa graciosamente o terno cuidado por Seu povo. Leia os versos 11-14, colocando seu nome cada vez que aparecer a palavra vós, vosso, vocês ou similar, como se Deus estivesse fazendo-lhe essas promessas pessoalmente. Aplique-as para suas lutas, quaisquer que sejam elas.
Fontes: Rodapé da Bíblia de Estudos Almeida e LES 4º Trimestre de 2007, pág. 85.
Valdeci Júnior
Fátima Silva