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Nova Versão Internacional -
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4
|Habacuque 2:4|
“Escreva: O ímpio está envaidecido; seus desejos não são bons; mas o justo viverá por sua fidelidade [8].
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5
|Habacuque 2:5|
De fato, a riqueza é ilusória [9], e o ímpio é arrogante e não descansa; ele é voraz como a sepultura [10] e como a morte. Nunca se satisfaz; apanha para si todas as nações e ajunta para si todos os povos.
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6
|Habacuque 2:6|
“Todos estes povos um dia rirão dele com canções de zombaria e dirão: “‘Ai daquele que amontoa bens roubados e enriquece mediante extorsão! Até quando isto continuará assim?’
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7
|Habacuque 2:7|
Não se levantarão de repente os seus credores? Não se despertarão os que o fazem tremer? Agora você se tornará vítima deles.
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8
|Habacuque 2:8|
Porque você saqueou muitas nações, todos os povos que restaram o saquearão. Pois você derramou muito sangue e cometeu violência contra terras, cidades e seus habitantes.
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9
|Habacuque 2:9|
“Ai daquele que obtém lucros injustos para a sua casa, para pôr seu ninho no alto e escapar das garras do mal!
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10
|Habacuque 2:10|
Você tramou a ruína de muitos povos, envergonhando a sua própria casa e pecando contra a sua própria vida.
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11
|Habacuque 2:11|
Pois as pedras clamarão da parede, e as vigas responderão do madeiramento contra você.
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12
|Habacuque 2:12|
“Ai daquele que edifica uma cidade com sangue e a estabelece com crime!
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13
|Habacuque 2:13|
Acaso não vem do SENHOR dos Exércitos que o trabalho dos povos seja só para satisfazer o fogo, e que as nações se afadiguem em vão?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva