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Nova Versão Internacional -
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|Rute 1:1|
Na época dos juízes houve fome na terra. Um homem de Belém de Judá, com a mulher e os dois filhos, foi viver por algum tempo nas terras de Moabe.
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|Rute 1:2|
O homem chamava-se Elimeleque; sua mulher, Noemi; e seus dois filhos, Malom e Quiliom. Eram efrateus de Belém de Judá. Chegaram a Moabe, e lá ficaram.
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|Rute 1:3|
Morreu Elimeleque, marido de Noemi, e ela ficou sozinha, com seus dois filhos.
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|Rute 1:4|
Eles se casaram com mulheres moabitas, uma chamada Orfa e a outra Rute. Depois de terem morado lá por quase dez anos,
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5
|Rute 1:5|
morreram também Malom e Quiliom, e Noemi ficou sozinha, sem os seus dois filhos e sem o seu marido.
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6
|Rute 1:6|
Quando Noemi soube em Moabe que o SENHOR viera em auxílio do seu povo, dando-lhe alimento, decidiu voltar com suas duas noras para a sua terra.
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|Rute 1:7|
Assim, ela, com as duas noras, partiu do lugar onde tinha morado. Enquanto voltavam para a terra de Judá,
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|Rute 1:8|
disse-lhes Noemi: “Vão! Retornem para a casa de suas mães! Que o SENHOR seja leal com vocês, como vocês foram leais com os falecidos e comigo.
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|Rute 1:9|
O SENHOR conceda que cada uma de vocês encontre segurança no lar doutro marido”. Então deu-lhes beijos de despedida. Mas elas começaram a chorar alto
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|Rute 1:10|
e lhe disseram: “Não! Voltaremos com você para junto de seu povo!”
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Sugestões

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13 de agosto LAB 591
JESUS DES_MANCHA
Jeremias 10-13
Qual era o grupo racial étnico de Michael Jackson? Negro? “Sim”, “talvez”, ou “não”... a resposta depende da perspectiva. Mas ele mudou de raça? Não! De raça não se muda. A pele dele, e não ele, mudou, mas não de raça, e sim de cor. Não foi porque ele quis, nem por algum tipo de racismo de sua parte. Ele sofreu de uma doença chamada vitiligo, que é um tipo de doença não contagiosa em que ocorre a perda da pigmentação natural da pele. Michael Jackson começou então a ter manchas na pele que antes era escura, mas agora sem pigmentação, começou a ficar, em várias partes do corpo, mais clara. O todo-poderoso da música pop ficou sem opções. Ele não tinha domínio sobre o próprio corpo, por mais dinheiro que tivesse. E a única opção que lhe restou foi terminar “despigmentando” a pele inteira, ficando todo mais claro. O que eram manchas virou uma mancha só, no corpo inteiro, e logo passou a não mais ser visto como mancha.
Isso ilustra um tipo de perigo. Quando o pecado começa aqui e ali, temos o costume de repugná-lo. Mas quando ele passa a estar por todas as partes, podemos ter o repugnante comportamento de nos acostumarmos com ele. Caso sério! O que, a princípio, era errado, passa a ser visto como certo. Uma mentira que é repetida muitas vezes passa a ser “verdade”.
O coitado do Jackson não teria a opção de reverter a mudança de cor que lhe ocorreu. “Será que o etíope pode mudar a sua pele? Ou o leopardo as suas pintas? Assim também vocês são incapazes de fazer o bem, vocês, que estão acostumados a fazer o mal” (Jeremias 13:23). E realmente, a vida desse astro, infelizmente, foi apenas uma mancha existencial. Vida vazia, inútil para a eternidade do plano bíblico divino. Ele poderia ter usado seus talentos para glorificar a Jesus, mas preferiu viver sem Deus. Morreu de parada cardíaca em 25/06/2009, aos 50, em Los Angeles... e pronto. E daí? De que valeu toda a fama sem Deus? E quanto ao Céu?
Não há dúvidas de que ele foi idolatrado, e esse foi um dos grandes problemas. É um problema-alerta para que todos nós (Jeremias 10) nos lembremos de que assim como no passado, hoje ainda existe a idolatria. De que adianta idolatrar ou ser idolatrado, se “não está nas mãos do homem o seu futuro; não compete ao homem dirigir os seus passos?”
É por isso que, por nós mesmos, não conseguimos abandonar o pecado. Para livrar-se disso, precisamos nos entregar a Jesus e deixar que ele opere a cura.
Valdeci Júnior
Fátima Silva