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Riveduta Bible (1927) -
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1
|Ester 8:1|
quello stesso giorno il re Assuero donò alla regina Ester la casa di Haman, il nemico dei Giudei. E Mardocheo si presentò al re, al quale Ester avea dichiarato la parentela che l’univa a lui.
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2
|Ester 8:2|
il re si cavò l’anello che avea fatto togliere a Haman, e lo diede a Mardocheo. Ed Ester diede a Mardocheo il governo della casa di Haman.
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3
|Ester 8:3|
Ester parlò di nuovo in presenza del re, gli si gittò ai piedi, e lo supplicò con le lacrime agli occhi d’impedire gli effetti della malvagità di Haman l’Agaghita, e delle trame ch’egli aveva ordite contro i Giudei.
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4
|Ester 8:4|
il re stese lo scettro d’oro verso Ester; ed Ester s’alzò, rimase in piedi davanti al re,
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5
|Ester 8:5|
disse: "Se così piace al re, se io ho trovato grazia agli occhi suoi, se la cosa gli par giusta, e se io gli sono gradita, si scriva per revocare le lettere scritte da Haman, figliuolo di Hammedatha, l’Agaghita, col perfido disegno di far perire i Giudei che sono in tutte le province del re.
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6
|Ester 8:6|
come potrei io reggere a vedere la calamità che colpirebbe il mio popolo? Come potrei reggere a vedere la distruzione della mia stirpe?"
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7
|Ester 8:7|
il re Assuero disse alla regina Ester e a Mardocheo, il Giudeo: "Ecco, io ho dato a Ester la casa di Haman, e questi e stato appeso alla forca, perché avea voluto metter la mano addosso ai Giudei.
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8
|Ester 8:8|
dunque, a pro de’ Giudei, come vi parrà meglio, nel nome del re, e suggellate coll’anello reale; perché ciò ch’è scritto in nome del re e sigillato con l’anello reale, è irrevocabile?"
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9
|Ester 8:9|
perder tempo, il ventitreesimo giorno del terzo mese, ch’è il mese di Sivan, furon chiamati i segretari del re e fu scritto, seguendo in tutto l’ordine di Mardocheo, ai Giudei, ai satrapi, ai governatori e ai capi delle centoventisette province, dall’India all’Etiopia, a ogni provincia secondo il suo modo di scrivere, a ogni popolo nella sua lingua, e ai Giudei secondo il loro modo di scrivere e nella loro lingua.
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10
|Ester 8:10|
dunque scritto in nome del re Assuero, si sigillaron le lettere con l’anello reale, e le si mandarono per mezzo di corrieri che cavalcavano veloci corsieri usati per il servizio del re, nati da stalloni reali.
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Sugestões

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30 de julho LAB 577
BLÁ-BLÁ-BLÁ
Isaías 27-29
“Porque é mandamento sobre mandamento, regra sobre regra, um pouco aqui, um pouco ali.” Você já usou esse verso para ensinar sobre algum método de como devemos estudar a Bíblia? Sim? Então, peça perdão a Deus, porque torceu o sentido do texto bíblico. Estou falando isso, porque tem gente que pega Isaías 28:10 para argumentar que a Bíblia está mandando estudar o texto sagrado de forma salpicada, pegando um pedacinho em cada canto para defender uma ideia. Mas, se fosse assim, onde estaria o valor do estudo textual da Palavra de Deus?
É claro que o estudo sistemático da Bíblia é muito importante e que, para estudá-la por assunto, é preciso vasculhá-la para juntar tudo o que ela diz. Mas, por favor, ninguém precisa usar Isaías 28:10 para defender isso. Não precisamos pôr na boca do profeta o que ele não disse. É só lermos o capítulo inteiro, olharmos os versos que vêm antes e depois e veremos que o sentido do texto é exatamente o contrário, uma zombaria.
Como assim? Explico: na realidade, no original hebraico, o que temos são algumas palavras que praticamente não dá para traduzir. É uma verdadeira onomatopéia que, para nós que falamos português, não passa de sons sem sentido: “sav lasav sav lasav / kav lakav kav lakav.” Isso era uma imitação zombadora das palavras do profeta Isaías.
Naquela época, os líderes religiosos não faziam seu trabalho. Viviam bêbados. Nesse caso, o significado de “bêbado” pode, também, indicar cegueira espiritual. Quando Isaías chegou trazendo a mensagem do Senhor, eles começaram a caçoar dele: “O que esse profetinha aí está falando pra lá e pra cá? Um monte de asneira?” Esse é o sentido de Isaías 28:10, uma zombaria que estavam fazendo com a pregação de Isaías.
Inclusive, a ferramenta de Estudo Bíblico Strong deixa claro que isso foi usado em zombaria para arremedar as palavras de Isaías, e não pode, jamais, ser usado como um mandamento divino verdadeiro. Para mim, a melhor tradução dessa imitação onomatopaica das palavras de Isaías (na cabeça deles) seria: “beabá, blá-blá-blá, beabá, blá-blá-blá para todo lado.”
Ou seja, a simplicidade da amorosa mensagem divina estava desprezada. Os bêbados de Judá compararam a mensagem de Isaías como conversa para crianças. A Bíblia na Linguagem de Hoje, que em muitos pontos é uma das Bíblias mais teológicas que temos, traduz o verso com muita alegria, quando diz: “Ele está pensando que nós somos crianças e quer nos ensinar o beabá.” Essa era a triste conclusão dos amigos ouvintes do pregador Isaías que, infelizmente, iriam colher consequências amargas por causa desse desprezo para com as profecias.
Não despreze-as, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva