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Riveduta Bible (1927) -
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9
|Ester 2:9|
fanciulla piacque a Hegai, ed entrò nelle buone grazie di lui; ei s’affrettò a fornirle i cosmetici di cui ell’avea bisogno e i suoi alimenti, le diede sette donzelle scelte nella casa del re, e assegnò a lei e alle sue donzelle l’appartamento migliore della casa delle donne.
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10
|Ester 2:10|
non avea detto nulla né del suo popolo né del suo parentado, perché Mardocheo le avea proibito di parlarne.
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11
|Ester 2:11|
Mardocheo tutti i giorni passeggiava davanti al cortile della casa delle donne per sapere se Ester stava bene e che cosa si farebbe di lei.
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12
|Ester 2:12|
quando veniva la volta per una fanciulla d’andare dal re Assuero alla fine dei dodici mesi prescritti alle donne per i loro preparativi perché tanto durava il tempo dei loro preparativi: sei mesi per profumarsi con olio di mirra e sei mesi con aromi e altri cosmetici usati dalle donne, la fanciulla andava dal re,
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13
|Ester 2:13|
le si permetteva di portar seco, dalla casa delle donne alla casa del re, tutto quello che chiedeva.
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14
|Ester 2:14|
la sera, e la mattina dipoi passava nella seconda casa delle donne, sotto la sorveglianza di Shaashgaz, eunuco del re, guardiano delle concubine. Ella non tornava più dal re, a meno che il re la desiderasse ed ella fosse chiamata nominatamente.
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15
|Ester 2:15|
venne la volta per Ester la figliuola d’Abihail, zio di Mardocheo che l’aveva adottata per figliuola d’andare dal re, ella non domandò altro fuori di quello che le fu indicato da Hegai, eunuco del re, guardiano delle donne. Ed Ester si guadagnava il favore di tutti quelli che la vedevano.
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16
|Ester 2:16|
fu dunque condotta dal re Assuero, nella casa reale, il decimo mese, ch’è il mese di Tebeth, il settimo anno del regno di lui.
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17
|Ester 2:17|
il re amò Ester più di tutte le altre donne, ed ella trovò grazia e favore agli occhi di lui più di tutte le altre fanciulle. Ei le pose in testa la corona reale e la fece regina in luogo di Vashti.
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18
|Ester 2:18|
il re fece un gran convito a tutti i suoi principi ed ai suoi servi, che fu il convito d’Ester; concedette sgravi alle province, e fece doni con munificenza di re.
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Sugestões

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27 de maio LAB 513
ARRE(IM)PENDIMENTO
Neemias 09-11
A leitura de hoje começa mostrando uma história de arrependimento e confissão de pecados. Mas o que é arrependimento?
Na Bíblia, constatamos dois tipos básicos de arrependimento: um superficial e outro profundo. Paulo chama-os de tristeza segundo o mundo e tristeza segundo Deus. O primeiro é uma simples tristeza pelo fracasso, tendo mais a ver com remorso, como fuga das consequências. O arrependimento profundo é o reconhecimento de que fizemos algo errado, prejudicando alguém, e a firme decisão de consertar o erro e não voltar a cometê-lo.
A tristeza humana é o que sentimos por haver quebrado uma lei e sermos apanhados. A tristeza de origem divina é a que experimentamos por ter quebrantado um coração e ferido nosso melhor amigo.
O remorso pode ser exemplificado na atitude de Judas que, após ter traído Jesus, vendo que Jesus fora condenado, tocado de remorso e horrorizado apenas com as consequências de seus atos, retirou-se e foi enforcar-se. O arrependimento verdadeiro pode ser visto na postura de Pedro que, depois que negou a Cristo, lembrou da palavra que Jesus lhe dissera e, saindo dali, chorou amargamente. Continuou amando a Jesus e, pela consagração, teve seu comportamento restaurado.
É possível haver ARREPENDIMENTO sem CONVERSÃO, mas é impossível CONVERSÃO sem ARREPENDIMENTO. CONVERSÃO do quê? Do caminho de pecado que trilhamos. Isso nos leva a perceber que todos precisamos de ARREPENDIMENTO e mudança porque todos pecamos.
Eu o desafio a ler as passagens do Novo Testamento que relacionam os pecados, considerando cuidadosamente sua própria vida. Dê uma olhada cuidadosa em 1Coríntios 6:9-11; Gálatas 5:19-21; Efésios 5:3-7; Colossenses 3:5-11; 2Timóteo 3:1-5; Apocalipse 21:8. Honesta e responsavelmente precisamos admitir, por essas passagens, que estamos todos condenados, pelo menos por um pecado. Quando Deus relaciona tais pecados, está claramente pronunciando nossa culpa. Fazer o que Deus proibiu é pecado. Não fazer o que Ele exigiu é pecado. A consequência do pecado é a eterna separação de Deus. Eu tenho pecado; você tem pecado. Necessitamos do perdão misericordioso de Deus.
João Batista instruiu: “Produzi, pois, frutos dignos de ARREPENDIMENTO.” Uma pessoa que realmente mudou de atitude com respeito ao pecado manifestará essa mudança em suas ações, pois pelos seus frutos os conhecereis.
Você sabe que frutos são esses? Quando Davi estava se convertendo de seus pecados, ele pediu a Deus: “não me retires o teu Santo Espírito” (Salmo 51:11), ser Divino que produziria no rei convertido o Seu fruto: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:19-26).
Ore, confesse seus pecados a Deus e peça que Ele coloque em seu coração o verdadeiro ARREPENDIMENTO e, em sua vida, o poder para não pecar.
Valdeci Júnior
Fátima Silva