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Schlachter (1951) -
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|Esdras 4:11|
Dieses ist die Abschrift des Briefes, den sie zum König Artasasta sandten: Deine Knechte, die Männer diesseits des Stromes, und so weiter.
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|Esdras 4:12|
Es sei dem König kund, daß die Juden, die von dir zu uns heraufgezogen, nach Jerusalem, in die aufrührerische und böse Stadt gekommen sind, um dieselbe zu bauen, und daß sie die Mauern vollenden und die Grundfesten ausbessern wollen.
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|Esdras 4:13|
So sei nun dem König kund, daß, wenn die Stadt wieder gebaut wird und die Mauern vollendet werden, sie keine Steuern, weder Zoll noch Weggeld mehr geben und so das königliche Einkommen schmälern werden.
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|Esdras 4:14|
Da wir nun das Salz des Palastes essen und den Schaden des Königs nicht länger ansehen wollen, so senden wir zum König und tun es ihm kund,
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|Esdras 4:15|
damit man im Buche der Denkwürdigkeiten deiner Väter nachforsche; dann wirst du in dem Buch der Denkwürdigkeiten finden und erfahren, daß diese Stadt aufrührerisch und den Königen und Statthaltern schädlich gewesen ist, und daß Gewalttätigkeiten darin begangen worden sind von alters her, weshalb die Stadt auch zerstört worden ist.
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|Esdras 4:16|
Wir machen also den König darauf aufmerksam, daß, wenn diese Stadt gebaut wird und ihre Mauern vollendet werden, dir kein Teil diesseits des Stromes mehr bleiben wird.»
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|Esdras 4:17|
Da sandte der König eine Antwort an Rehum, den Statthalter, und Simsai, den Schreiber, und an ihre übrigen Genossen, die zu Samaria wohnten, und an die Übrigen diesseits des Stromes: «Frieden! und so weiter.
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|Esdras 4:18|
Der Brief, den ihr uns zugeschickt habt, ist mir deutlich vorgelesen worden,
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|Esdras 4:19|
und es wurde von mir befohlen, daß man nachforsche; und man hat gefunden, daß diese Stadt sich von alters her wider die Könige empört hat, und daß Aufruhr und Gewalttätigkeiten darin begangen worden sind.
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|Esdras 4:20|
Auch sind mächtige Könige über Jerusalem gewesen, die über alles, was jenseits des Stromes ist, geherrscht haben und denen Steuer, Zoll und Weggeld zu entrichten war.
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Sugestões

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10 de janeiro LAB 376
EGOLATRIA
Gênesis 31-33
Você está fugindo de alguma coisa? Quero convidá-lo a fugir. Vamos fugir? O quê? Precisamos fugir da idolatria. Talvez você imagine que não precisa fugir da idolatria, por não ter nenhum santuário cheio de imagens em casa. Mas cada um de nós corre o risco de idolatrar alguma coisa até mesmo secular. Na leitura de hoje, tem a história de pessoas que estavam muito apegadas a itens não-religiosos.
Muitos, ao ler Gênesis 31, encabulam-se em pensar numa possível conivência da parte de Deus, permitindo que seus patriarcas fossem religiosos idolátricos. E a pergunta é: “As estatuetas que Raquel roubou denotam que Jacó era idólatra?”
As estatuetas que as pessoas da família de Abraão usavam e que aparecesse na nossa Bíblia traduzidas como ídolos ou deuses, na realidade, não eram adoradas por eles.
No original hebraico, a palavra é “terafim”. Eram bonequinhos de barro usados como documentação de propriedades. Quem os possuía era dono dos bens materiais a que se referiam, como se fosse a escritura de uma fazenda.
Muitos anos depois, as pessoas passaram a adorar essas estatuetas. Daí sim, elas passaram a ocupar o contexto de idolatria. Por isso, vem a confusão ao se interpretar o texto hebraico do Antigo Testamento em saber se o terafim era um objeto de documentação ou de adoração.
No caso da família de Abraão, se você analisar bem o contexto, verá que a importância que as estátuas tinham para eles era de documentação e não de adoração porque:
a) Na fuga de Jacó e Raquel, com a perseguição de Labão, a motivação de seus confrontos era a preocupação com os bens materiais, a herança, o salário, etc.;
b) Eles não aparecem orando ou preocupados com a veneração a esses objetos;
c) Nessa história, eles sempre adoram ao Senhor;
d) Raquel chega a sentar-se em cima das estatuetas - ela jamais faria isso com o que considerasse santo.
A única idolatria que poderia estar se passando por ali era a de colocar os bens materiais na frente de Deus, nas prioridades do coração. Essa é a mesma idolatria na qual corremos o risco de cair hoje, pois onde está o nosso tesouro, também está o nosso coração (Mateus 6:21). Mas, nesse caso, o problema não está com o objeto idolatrado e sim com a disposição mental da pessoa relacionada ao objeto. O maior inimigo do homem é ele próprio. Nossa tendência é amar tanto o nosso ego, ao ponto extremo de colocá-lo acima de Deus. A egolatria também é pecado, porque nos aliena do Pai que está no Céu.
Lembre-se sempre de dar toda a honra, glória e louvor somente a Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva