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Schlachter (1951) -
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19
|Ester 9:19|
Darum machen die Juden auf dem Lande, welche in den offenen Städten wohnen, den vierzehnten Tag des Monats Adar zu einem Tage der Freude, des Gastmahls und zum Festtag und senden einander Geschenke.
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20
|Ester 9:20|
Und Mardochai schrieb diese Begebenheiten auf und sandte Briefe an alle Juden, die in allen Provinzen des Königs Ahasveros wohnten, in der Nähe und in der Ferne,
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21
|Ester 9:21|
indem er ihnen verordnete, daß sie den vierzehnten und fünfzehnten Tag des Monats Adar alle Jahre feiern sollten als Tage,
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22
|Ester 9:22|
an denen die Juden vor ihren Feinden zur Ruhe gekommen waren, und als Monat, in welchem ihr Kummer in Freude und ihr Leid in gute Tage verwandelt worden war; daß sie die feiern sollten als Tage des Gastmahls und der Freuden, an denen sie einander Geschenke machen und die Armen beschenken sollten.
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23
|Ester 9:23|
Und die Juden machten sich das, was sie zu tun angefangen hatten und was ihnen Mardochai vorgeschrieben hatte, zur Gewohnheit.
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24
|Ester 9:24|
Weil Haman, der Sohn Hammedatas, der Agagiter, aller Juden Feind, den Plan gefaßt hatte, alle Juden umzubringen, und weil er das Pur, das ist das Los, hatte werfen lassen, um sie aufzureiben und umzubringen;
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25
|Ester 9:25|
während Esther dadurch, daß sie vor den König kam, bewirkte, daß er durch Briefe befahl, Hamans bösen Anschlag, den er wider die Juden erdacht hatte, auf seinen eigenen Kopf zu lenken, so daß man ihn und seine Söhne an den Galgen hängte.
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26
|Ester 9:26|
Darum werden diese Tage Purim genannt, nach dem Worte Pur. Um deswillen und wegen alles dessen, was in dem Schriftstücke stand, was sie selbst gesehen und erfahren hatten,
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27
|Ester 9:27|
setzten die Juden solches fest und nahmen es an für sich und ihre Nachkommen und alle, die sich ihnen anschließen würden, daß sie nicht davon abgehen wollten, jährlich diese zwei Tage zu halten, wie sie vorgeschrieben und bestimmt worden waren.
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28
|Ester 9:28|
Und so sollen diese Tage im Gedächtnis bleiben und gefeiert werden von Geschlecht zu Geschlecht, in allen Provinzen und Städten; so daß diese Purimtage nie verschwinden sollen aus der Mitte der Juden und ihr Gedächtnis bei ihren Nachkommen nicht aufhören soll.
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Sugestões

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24 de setembro LAB 633
MIQUÉIAS, CRISTO, OS CRISTÃOS E VOCÊ
Miquéias 05-07
O livro de Miquéias é um livro profundamente cristocêntrico, tanto ao falar de Cristo quanto ao falar com os seguidores de Cristo. Embora tenha sido escrito antes de Cristo, é um livro profético, que portanto conseguiu enxergar no futuro mesmo estando ainda no passado. Essa sua transcendência ao tempo dá-nos a garantia de sua atualidade, mesmo depois de milhares de anos em que foi escrito, pois, afinal de contas, também foi escrito séculos antes do Cristo e dos cristãos a quem se refere.
Abaixo, vamos estudar dois versículos. Cada um deles, pode destacar-nos uma dessas cristologias do livro de Miquéias, a que olha para Cristo, e a que olha para os seguidores de Cristo.
“Mas tu, Belém-Efrata, embora pequena entre os clãs [ou governantes] de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens [no hebraico, saídas] estão no passado distante, em tempos antigos [traduzindo de forma mais literal: desde os dias da eternidade] (5:2 – NVI). Na versão bíblica Atualizada, de João Ferreira de Almeida, lemos como esta última proposta de tradução: “desde os dias da eternidade”. Aplicando este verso a Jesus (cf. Mateus 2:6), chegamos ao aprendizado de que, apesar de que, em sua fase de encarnação, tenha nascido em Belém, Cristo já existia muito antes do evento do seu próprio nascimento. E de acordo com Isaías 9:6, esta existência remonta-se à própria pré-existência eterna, no passado. Ou seja, Ele, divinamente, sempre existiu. Amém, por isso! Pois para ser o nosso Deus, precisa, no mínimo, ser eterno, não acha?
Essa segurança tem uma influência direta na nossa resposta comportamental. Cristo tem suas virtudes e prerrogativas divinas. Mas e o ser humano que o segue? O capítulo seguinte do livro de Miquéias nos ajuda a entendermos isto. “Ele mostrou a você, ó homem [ser humano], o que é bom e o que o Senhor exige [pede de ti]: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus (Miquéias 6:8 – NVI). Alguém justo, fiel e que anda humildemente com Deus, é alguém que pode ser chamado de cristão, no melhor sentido da palavra. Quem somos nós para conseguirmos, por nosso próprio esforço, viver plenamente estas virtudes, não é mesmo?
É por isso que contamos com a graça de Deus. “Quem é comparável a ti, ó Deus, que perdoas o pecado e esqueces a transgressão do remanescente da sua herança? Tu que não permaneces irado para sempre, mas que tens prazer em mostrar amor (7:18 – NVI). Miquéias conseguiu enxergar a Deus num futuro muito distante, mas e você, tem vivido na presença do Deus (in)visível?
Valdeci Júnior
Fátima Silva