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Schlachter (1951) -
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11
|Neemias 1:11|
Ach, HERR, laß doch deine Ohren aufmerken auf das Gebet deines Knechtes und auf das Gebet deiner Knechte, welche begehren, deinen Namen zu fürchten, und laß es doch deinem Knechte heute gelingen und gib ihm Barmherzigkeit vor diesem Mann! Ich war nämlich des Königs Mundschenk.
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1
|Neemias 2:1|
Es geschah aber im Monat Nisan, im zwanzigsten Jahre des Königs Artasasta, als Wein vor ihm stand, nahm ich den Wein und gab ihn dem Könige. Ich war aber zuvor nie traurig vor ihm gewesen.
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2
|Neemias 2:2|
Da sprach der König zu mir: Warum siehst du so übel aus? Du bist doch nicht krank? Es ist nichts anderes als ein betrübtes Herz!
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3
|Neemias 2:3|
Da fürchtete ich mich sehr und sprach: Der König lebe ewig! Warum sollte ich nicht traurig aussehen, da doch die Stadt, wo der Begräbnisplatz meiner Väter ist, wüste liegt und ihre Tore vom Feuer verzehrt sind?
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4
|Neemias 2:4|
Da sprach der König zu mir: Was forderst du denn?
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5
|Neemias 2:5|
Da flehte ich zu dem Gott des Himmels und sagte dann zum König: Gefällt es dem König und gefällt dir dein Knecht, so sende mich nach Juda, zu der Stadt, wo meine Väter begraben liegen, daß ich sie wieder aufbaue.
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6
|Neemias 2:6|
Da sprach der König zu mir, während die Königin neben ihm saß: Wie lange wird die Reise währen, und wann wirst du zurückkommen? Und es gefiel dem König, mich hinzusenden, nachdem ich ihm eine bestimmte Zeit angegeben hatte.
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7
|Neemias 2:7|
Und ich sprach zum König: Gefällt es dem König, so gebe man mir Briefe an die Landpfleger jenseits des Stromes, daß sie mich durchziehen lassen, bis ich nach Juda komme;
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8
|Neemias 2:8|
auch einen Brief an Asaph, den Forstmeister des Königs, daß er mir Holz gebe für die Balken der Tore der Burg, die zum Hause Gottes gehört, und für die Stadtmauer und für das Haus, darein ich ziehen soll. Und der König gab sie mir, dank der guten Hand meines Gottes über mir.
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9
|Neemias 2:9|
Als ich nun zu den Landpflegern jenseits des Stromes kam, gab ich ihnen des Königs Brief. Und der König hatte Oberste des Heeres und Reiter mit mir gesandt.
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Sugestões

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09 de março LAB 434
“FÉRMULA”
Josué 05-08
Você sabe como o povo de Israel iria conquistar a grande e poderosa cidade de Jericó? Tentar explicar isso seria tolice. Por isso, eles não teorizaram. Eles agiram conforme os comandos de Deus. Arriscar explicar um milagre é uma das maiores idiotices que um ser humano pode fazer. Se tenta explicá-lo, supõe-se que acredita que algo aconteceu de forma muito grandiosa. E se é milagre, veio de Deus. Mas o problema é que a pessoa se esquece que essa palavra significa exatamente algo que não seja explicável, porque se fosse explicável não seria milagre. “Milagres”: não se explicam, se aceitam. Então, de forma irônica e contraditória, quem tenta explicar um milagre está perdendo seu tempo porque está tentando explicar uma coisa que supostamente não existiria. Isso seria um tipo de loucura, concorda?
Uma contradição maior ainda é alguém que se diz cristão fazer algo assim. Afinal, se ele quer dar explicação para o que Deus fez de maneira milagrosa, tomando uma atitude de dizer que milagres não existem, está dizendo que Deus não existe. Ou, se o suposto deus de um cristão assim não é capaz de realizar milagre, então não é Deus. Para um cristão desse tipo, seria mais coerente se decidisse logo ser mais honesto com suas próprias ideias, sendo um ateu.
Encontrei uma maluquice dessas na Revista Bíblica de julho e agosto de 2007, em um artigo escrito por Ariel Alvarez Valdés. Com todo respeito à pessoa dele, fiquei com dó do conteúdo que esse camarada tentou colocar nessa revista, logo quando li o título: “Como caíram as muralhas de Jericó”. É impressionante como uma pessoa que se diz religiosa aventura-se a responder uma pergunta dessas. É só conhecer o livro de Hebreus para conhecer o porquê. Em Hebreus 11:30, encontramos a explicação bíblica da queda dos muros: “Pela fé caíram os muros de Jericó”.
E alguém pode questionar: “Ah, pastor! Então você está querendo acreditar numa fé cega?” Acho essa expressão (“fé cega”) uma das piadas mais insanas, sem sentido e desprovidas de inteligência que já vi na minha vida! Usar a suposta expressão “fé cega” para querer dizer que determinada atitude não seria inteligente ou plausível é estultice. O maior intelectual da Bíblia, o apóstolo Paulo, no mesmo capítulo onde explica a fórmula da queda dos muros de Jericó, também explica o que é fé. “Ora, fé é a prova das coisas que não vemos” (Hebreus 11:1). Será que alguém ainda deseja questionar que crer em milagre é ter a ignorância de uma fé cega? Desculpe, mas que questionamento mais sem sentido!
A fé é como o milagre: não se explica, se aceita.
Valdeci Júnior
Fátima Silva