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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Thai from KJV -
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|2 Coríntios 7:11|
จงพิจารณาดูว่าความเสียใจอย่างที่ชอบพระทัยพระเจ้ากระทำให้เกิดความกระตือรือร้นมากทีเดียว ทำให้เกิดความขวนขวายที่จะแก้ตัวใหม่ และการโกรธแทน ความกลัว ความปรารถนาอย่างยิ่ง ความกระตือรือร้น การแก้แค้น ในทุกสิ่งเหล่านั้นท่านได้พิสูจน์ให้เห็นแล้วว่าท่านก็หมดจดในการนี้แล้ว
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12
|2 Coríntios 7:12|
เหตุฉะนี้ที่ข้าพเจ้าเขียนถึงท่านก็มิใช่เพราะเห็นแก่คนที่ได้ทำผิด หรือเพราะเห็นแก่คนที่ต้องทนต่อการร้าย แต่เพื่อให้ความห่วงใยของเราที่มีต่อท่านปรากฏแก่ท่านในสายพระเนตรพระเจ้า
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13
|2 Coríntios 7:13|
โดยเหตุนี้ เราจึงมีความชูใจเมื่อเห็นว่าพวกท่านได้รับความชูใจ เรามีความชื่นชมยินดีมากยิ่งขึ้นเพราะความยินดีของทิตัส ในการที่พวกท่านได้กระทำให้จิตใจของทิตัสชื่นบาน
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|2 Coríntios 7:14|
ถ้าข้าพเจ้าได้อวดเรื่องพวกท่านแก่ทิตัส ข้าพเจ้าก็ไม่ต้องละอายใจเลย ทุกสิ่งที่เราได้กล่าวแก่ท่านเป็นความจริงฉันใด สิ่งที่เราได้อวดเรื่องพวกท่านแก่ทิตัสเมื่อก่อนนั้น ก็ปรากฏเป็นจริงเหมือนกันฉันนั้น
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|2 Coríntios 7:15|
และเมื่อทิตัสระลึกถึงความเชื่อฟังของพวกท่านทั้งหลาย และการที่พวกท่านต้อนรับเขาด้วยความเกรงกลัวจนตัวสั่น เขาก็เพิ่มความรักในพวกท่านมากยิ่งขึ้น
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|2 Coríntios 7:16|
ข้าพเจ้าชื่นชมยินดี เพราะว่าข้าพเจ้าไว้ใจท่านได้ทุกอย่าง
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva