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Thai from KJV -
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|Esdras 2:60|
คือคนเดไลยาห์ คนโทบีอาห์ และคนเนโคดา รวมหกร้อยห้าสิบสองคน
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|Esdras 2:61|
และจากลูกหลานของปุโรหิตด้วยคือ คนฮาบายาห์ คนฮักโขส และคนบารซิลลัย ผู้ได้ภรรยาจากบุตรสาวของบารซิลลัย คนกิเลอาด จึงได้ชื่อตามนั้น
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|Esdras 2:62|
คนเหล่านี้เมื่อค้นหาชื่อในทะเบียนที่เขาขึ้นไว้ในสำมะโนครัวเชื้อสายก็ไม่พบ จึงถือว่าเป็นมลทิน และถูกตัดออกจากตำแหน่งปุโรหิต
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|Esdras 2:63|
ผู้ว่าราชการเมืองสั่งเขามิให้รับประทานอาหารบริสุทธิ์ที่สุด จนกว่าจะมีปุโรหิตที่จะปรึกษากับอูรีมและทูมมีมเสียก่อน
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|Esdras 2:64|
ชุมนุมชนทั้งหมดรวมกันมี สี่หมื่นสองพันสามร้อยหกสิบคน
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|Esdras 2:65|
นอกเหนือจากคนใช้ชายหญิงซึ่งมีอยู่เจ็ดพันสามร้อยสามสิบเจ็ดคน และเขามีนักร้องชายหญิงสองร้อยคน
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|Esdras 2:66|
ม้าของเขามีเจ็ดร้อยสามสิบหกตัว ล่อของเขาสองร้อยสี่สิบห้าตัว
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|Esdras 2:67|
อูฐของเขาสี่ร้อยสามสิบห้าตัว และลาของเขาหกพันเจ็ดร้อยยี่สิบตัว
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|Esdras 2:68|
ประมุขของบรรพบุรุษบางคน เมื่อเขามาถึงที่พระนิเวศของพระเยโฮวาห์ซึ่งอยู่ในเยรูซาเล็ม ได้ถวายตามใจสมัครเพื่อพระนิเวศของพระเจ้า เพื่อจะสร้างพระนิเวศขึ้นในที่เดิม
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|Esdras 2:69|
เขาถวายตามกำลังของเขาแก่กองทรัพย์เพื่อพระราชกิจ เป็นทองคำหกหมื่นหนึ่งพันดาริค เงินห้าพันมาเน และเครื่องแต่งกายปุโรหิตหนึ่งร้อยตัว
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva