-
-
Thai from KJV -
-
21
|Gálatas 3:21|
ถ้าเช่นนั้นพระราชบัญญัติขัดแย้งกับพระสัญญาของพระเจ้าหรือ พระเจ้าไม่ยอมให้เป็นเช่นนั้นเลย เพราะว่าถ้าทรงตั้งพระราชบัญญัติอันสามารถทำให้คนมีชีวิตอยู่ได้ ความชอบธรรมก็จะมีได้โดยพระราชบัญญัตินั้นจริง
-
22
|Gálatas 3:22|
แต่พระคัมภีร์ได้บ่งว่า ทุกคนอยู่ในความบาป เพื่อจะประทานตามพระสัญญาแก่คนทั้งปวงที่เชื่อ โดยอาศัยความเชื่อในพระเยซูคริสต์เป็นหลัก
-
23
|Gálatas 3:23|
แต่ก่อนที่ความเชื่อมานั้น เราถูกพระราชบัญญัติกักตัวไว้ ถูกกั้นเขตไว้จนความเชื่อจะปรากฏภายหลัง
-
24
|Gálatas 3:24|
เพราะฉะนั้น พระราชบัญญัติจึงเป็นครูของเราซึ่งนำเรามาถึงพระคริสต์ เพื่อเราจะได้เป็นคนชอบธรรมโดยความเชื่อ
-
25
|Gálatas 3:25|
แต่หลังจากความเชื่อนั้นได้มาแล้ว เราจึงมิได้อยู่ใต้บังคับครูนั้นอีกต่อไปแล้ว
-
26
|Gálatas 3:26|
เพราะว่าท่านทั้งหลายเป็นบุตรของพระเจ้าโดยความเชื่อในพระเยซูคริสต์
-
27
|Gálatas 3:27|
เพราะเหตุว่า ทุกคนในพวกท่านที่รับบัพติศมาเข้าร่วมในพระคริสต์แล้ว ก็ได้สวมชีวิตพระคริสต์
-
28
|Gálatas 3:28|
จะไม่เป็นยิวหรือกรีก จะไม่เป็นทาสหรือไทย จะไม่เป็นชายหรือหญิง เพราะว่าท่านทั้งหลายเป็นอันหนึ่งอันเดียวกันในพระเยซูคริสต์
-
29
|Gálatas 3:29|
และถ้าท่านเป็นของพระคริสต์แล้ว ท่านก็เป็นเชื้อสายของอับราฮัม คือเป็นผู้รับมรดกตามพระสัญญา
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva