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Thai from KJV -
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|Tito 2:5|
ให้มีสติสัมปชัญญะ เป็นคนบริสุทธิ์ เอาใจใส่ในบ้านเรือน เป็นคนดี และเชื่อฟังสามีของตน เช่นนี้จึงจะไม่มีผู้ใดลบหลู่พระวจนะของพระเจ้าได้
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6
|Tito 2:6|
ส่วนผู้ชายหนุ่มก็เหมือนกัน จงเตือนเขาให้ใช้สติสัมปชัญญะ
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|Tito 2:7|
ท่านจงประพฤติตนให้เป็นแบบอย่างในการดีทุกสิ่ง ในคำสอนจงแสดงความสุจริต ให้เอาจริงเอาจัง ให้จริงใจ
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|Tito 2:8|
และใช้คำพูดอันถูกต้อง ซึ่งไม่มีผู้ใดจะตำหนิได้ เพื่อฝ่ายปฏิปักษ์จะได้อาย ไม่มีสิ่งใดจะติท่านได้
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|Tito 2:9|
จงตักเตือนพวกทาสให้เชื่อฟังนายของตน และให้กระทำสิ่งที่ถูกใจนายทุกประการ อย่าให้เถียงเลย
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10
|Tito 2:10|
อย่าให้ยักยอก แต่ให้สัตย์ซื่อหมดทุกอย่าง เพื่อว่าในการทั้งปวงนั้น เขาจะได้เทิดเกียรติพระดำรัสสอนของพระเจ้า ผู้ทรงเป็นพระผู้ช่วยให้รอดของเรา
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11
|Tito 2:11|
เพราะว่าพระคุณของพระเจ้าที่นำไปถึงความรอดได้ปรากฏแก่คนทั้งปวงแล้ว
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|Tito 2:12|
สอนให้เราละทิ้งความอธรรมและโลกียตัณหา และดำเนินชีวิตในโลกปัจจุบันนี้อย่างมีสติสัมปชัญญะ อย่างชอบธรรม และตามทางพระเจ้า
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13
|Tito 2:13|
คอยความหวังอันมีสุข และการปรากฏอันทรงสง่าราศีของพระเจ้าใหญ่ยิ่ง และพระเยซูคริสต์พระผู้ช่วยให้รอดของเรา
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14
|Tito 2:14|
ผู้ได้ทรงโปรดประทานพระองค์เองให้เรา เพื่อไถ่เราให้พ้นจากความชั่วช้าทุกอย่าง และทรงชำระเราให้บริสุทธิ์ เพื่อให้เป็นหมู่ชนพิเศษเฉพาะของพระองค์ และเป็นคนที่ขวนขวายกระทำการดี
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva