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Webster's Bible 1833 -
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11
|1 Pedro 4:11|
If any man speaketh let him speak as the oracles of God; if any man ministereth let him do it as of the ability which God giveth: that God in all things may be glorified through Jesus Christ; to whom be praise and dominion for ever and ever. Amen.
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12
|1 Pedro 4:12|
Beloved, think it not strange concerning the fiery trial which is to try you, as though some strange thing happened to you:
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13
|1 Pedro 4:13|
But rejoice, seeing ye are partakers of Christ's sufferings; that, when his glory shall be revealed, ye may be glad also with exceeding joy.
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14
|1 Pedro 4:14|
If ye are reproached for the name of Christ, happy are ye; for the spirit of glory and of God resteth upon you. On their part he is evil spoken of, but on your part he is glorified.
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15
|1 Pedro 4:15|
But let none of you suffer as a murderer, or as a thief, or as an evil-doer, or as a busy-body in other men's matters.
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16
|1 Pedro 4:16|
Yet if any man suffereth as a Christian, let him not be ashamed; but let him glorify God on this behalf.
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17
|1 Pedro 4:17|
For the time is come that judgment must begin at the house of God: and if it first beginneth at us, what will be the end of them that obey not the gospel of God?
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18
|1 Pedro 4:18|
And if the righteous is scarcely saved, where will the ungodly and the sinner appear?
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19
|1 Pedro 4:19|
Wherefore, let them that suffer according to the will of God, commit the keeping of their souls to him in well-doing, as to a faithful Creator.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva