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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Webster's Bible 1833 -
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24
|1 Reis 7:24|
And under the brim of it around there were knobs compassing it, ten in a cubit, compassing the sea around: the knobs were cast in two rows, when it was cast.
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25
|1 Reis 7:25|
It stood upon twelve oxen, three looking towards the north, and three looking towards the west, and three looking towards the south, and three looking towards the east: and the sea was set above upon them, and all their hinder parts were inward.
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26
|1 Reis 7:26|
And it was a hand-breadth thick, and its brim was wrought like the brim of a cup, with flowers of lilies: it contained two thousand baths.
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27
|1 Reis 7:27|
And he made ten bases of brass; four cubits was the length of one base, and four cubits the breadth of it, and three cubits the hight of it.
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28
|1 Reis 7:28|
And the work of the bases was in this manner: They had borders, and the borders were between the ledges:
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29
|1 Reis 7:29|
And on the borders that were between the ledges were lions, oxen, and cherubim: and upon the ledges there was a base above: and beneath the lions and oxen were certain additions made of thin work.
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30
|1 Reis 7:30|
And every base had four brazen wheels, and plates of brass: and the four corners of it had undersetters: under the laver were undersetters molten, at the side of every addition.
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31
|1 Reis 7:31|
And the mouth of it within the capital and above was a cubit: but the mouth of it was round after the work of the base, a cubit and a half: and also upon the mouth of it were gravings with their borders, foursquare, not round.
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32
|1 Reis 7:32|
And under the borders were four wheels; and the axletrees of the wheels were joined to the base: and the hight of a wheel was a cubit and half a cubit.
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33
|1 Reis 7:33|
And the work of the wheels was like the work of a chariot wheel: their axletrees, and their naves, and their fellies, and their spokes, were all molten.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva