-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Webster's Bible 1833 -
-
31
|Atos 21:31|
And as they went about to kill him, tidings came to the chief captain of the band, that all Jerusalem was in an uproar.
-
32
|Atos 21:32|
Who immediately took soldiers and centurions, and ran down to them. And when they saw the chief captain and the soldiers, they left beating Paul.
-
33
|Atos 21:33|
Then the chief captain came near and took him, and commanded him to be bound with two chains: and inquired who he was, and what he had done.
-
34
|Atos 21:34|
And some cried one thing, some another, among the multitude: and when he could not know the certainty for the tumult, he commanded him to be carried into the castle.
-
35
|Atos 21:35|
And when he came upon the stairs, so it was that he was borne by the soldiers, for the violence of the people.
-
36
|Atos 21:36|
For the multitude of the people followed, crying, Away with him.
-
37
|Atos 21:37|
And as Paul was to be led into the castle, he said to the chief captain, May I speak to thee? Who said, Canst thou speak Greek?
-
38
|Atos 21:38|
Art not thou that Egyptian, who before these days madest an uproar, and leddest out into the wilderness four thousand men that were murderers?
-
39
|Atos 21:39|
But Paul said, I am a man who am a Jew of Tarsus, a city of Cilicia, a citizen of no mean city: and I beseech thee suffer me to speak to the people.
-
40
|Atos 21:40|
And when he had given him license, Paul stood on the stairs, and beckoned with the hand to the people. And when there was made entire silence, he spoke to them in the Hebrew language, saying,
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva