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Webster's Bible 1833 -
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1
|Esdras 10:1|
Now when Ezra had prayed, and when he had confessed, weeping and casting himself down before the house of God, there assembled to him out of Israel a very great congregation of men and women and children: for the people wept very bitterly.
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2
|Esdras 10:2|
And Shechaniah the son of Jehiel, one of the sons of Elam, answered and said to Ezra, We have trespassed against our God, and have taken foreign wives of the people of the land: yet now there is hope in Israel concerning this thing.
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3
|Esdras 10:3|
Now therefore let us make a covenant with our God to put away all the wives, and such as are born of them, according to the counsel of my lord, and of those that tremble at the commandment of our God; and let it be done according to the law.
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4
|Esdras 10:4|
Arise; for this matter belongeth to thee: we also will be with thee: be of good courage, and do it.
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5
|Esdras 10:5|
Then arose Ezra, and made the chief priests, the Levites, and all Israel, to swear that they would do according to this word. And they swore.
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6
|Esdras 10:6|
Then Ezra arose from before the house of God, and went into the chamber of Johanan the son of Eliashib: and when he came thither, he ate no bread, nor drank water: for he mourned because of the transgression of them that had been carried away.
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7
|Esdras 10:7|
And they made proclamation throughout Judah and Jerusalem to all the children of the captivity, that they should assemble at Jerusalem;
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8
|Esdras 10:8|
And that whoever would not come within three days, according to the counsel of the princes and the elders, all his substance should be forfeited, and himself separated from the congregation of those that had been carried away.
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9
|Esdras 10:9|
Then all the men of Judah and Benjamin assembled at Jerusalem within three days. It was the ninth month, and the twentieth day of the month; and all the people sat in the street of the house of God, trembling because of this matter, and for the great rain.
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10
|Esdras 10:10|
And Ezra the priest stood up, and said to them, Ye have transgressed, and have taken foreign wives to increase the trespass of Israel.
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Sugestões

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19 de outubro LAB 658
“NOVAS LÍNGUAS”
Marcos 15-16
“Como entender a promessa de falar ‘novas línguas’ (Marcos 16:17)?”
Esta é uma pergunta freqüente, entre os que são estudiosos da Palavra de Deus, e se colocam como leitores do livro de Marcos. Alberto Ronald Timm, Ph.D., em um de seus artigos, (Revista Sinais dos Tempos, Tatuí – SP - Casa Publicadora Brasileira, Janeiro – Fevereiro de 2000, página 21), nos dá algumas explicações que podem ajudar a encontrar a resposta para este questionamento.
Ele explica que “como o conteúdo de Marcos 16:9-20 não aparece nos manuscritos gregos mais antigos e melhores, especialistas em crítica textual do Novo Testamento têm sugerido que o evangelho de Marcos terminava, originalmente, com o verso 8 do capítulo 16”.
Diante disso, se poderia argumentar que o texto de Marcos 16:17 não compartilha da mesma autoridade canônica que o restante do evangelho.
Mas o teólogo supracitado continua argumentando que, aceitando ou não o conteúdo de Marcos 16:9-20 como parte do Cânon, “é importante observar que, na expressão ‘novas línguas’ de Marcos 16:17, o termo original grego para ‘novas’ é ‘kainós (novas línguas para quem fala)’ e não ‘néos’ (línguas até então desconhecidas)”. Isso significa, portanto que essas “novas línguas” dizem respeito às mesmas línguas de nações mencionadas em Atos 2:4 como “outras línguas”, plenamente compreensíveis às respectivas pessoas que as reconhecem como suas línguas maternas (Atos 2:6,8 e 11).
O fato de Marcos 16:17 colocar o dom de falar em “novas línguas” como parte dos “sinais” que haveriam de acompanhar aqueles que cressem, não significa que esse dom deveria ser concedido a todos os crentes em todas as épocas e lugares. Assim como os cristãos não haveriam, obviamente, de pegar “em serpentes” todo o tempo (verso 18), também não é de se esperar que eles devessem falar sempre em “novas línguas”. Além disso, Paulo esclarece que o dom de línguas é dado apenas a alguns crentes, havendo uma necessidade concreta que justifique a sua manifestação (ver 1Coríntios 12:4-11, 28-30).
Ou seja, “falarão novas línguas” seria uma ação-ferramenta usada para a grande realização descrita no verso vinte de Marcos 16: “Então, os discípulos saíram e pregaram por toda parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando a palavra com os sinais que a acompanhavam”. “Pregaram por toda a parte” do mundo alcançado de então: desde a sua Palestina local, onde poderiam falar aramaico, até as mais distantes nações, onde precisaram falar os respectivos idiomas: novas línguas. Deus os capacitou!
Se você também quiser pregar o evangelho, limitação não é o problema. Deus completa a sua vontade com a capacitação que só Ele pode oferecer. Ofereça-se a Ele, como um obreiro disposto, e Ele lhe usará.
Valdeci Júnior
Fátima Silva