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Webster's Bible 1833 -
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21
|Gálatas 1:21|
Afterwards I came into the regions of Syria and Cilicia;
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22
|Gálatas 1:22|
And was unknown by face to the churches of Judea which were in Christ:
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23
|Gálatas 1:23|
But they had heard only, That he who persecuted us in times past, now preacheth the faith which once he destroyed.
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24
|Gálatas 1:24|
And they glorified God in me.
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1
|Gálatas 2:1|
Then fourteen years after I went again to Jerusalem with Barnabas, and took Titus with me also.
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2
|Gálatas 2:2|
And I went by revelation, and communicated to them that gospel which I preach among the Gentiles, but privately to them who were of reputation, lest by any means I should run, or had run in vain.
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3
|Gálatas 2:3|
But neither Titus, who was with me, being a Greek, was compelled to be circumcised:
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4
|Gálatas 2:4|
And that because of false brethren unawares brought in, who came in privately to spy out our liberty which we have in Christ Jesus, that they might bring us into bondage:
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5
|Gálatas 2:5|
To whom we gave place by subjection, no, not for an hour; that the truth of the gospel might continue with you.
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6
|Gálatas 2:6|
But of these, who seemed to be somewhat, (whatever they were, it maketh no matter to me: God accepteth no man's person:) for they who seemed to be somewhat, in conference added nothing to me:
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva