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Webster's Bible 1833 -
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11
|Neemias 13:11|
Then I contended with the rulers, and said, Why is the house of God forsaken? and I assembled them, and set them in their place.
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12
|Neemias 13:12|
Then all Judah brought the tithe of the corn and the new wine and the oil to the treasuries.
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13
|Neemias 13:13|
And I made treasurers over the treasuries, Shelemiah the priest, and Zadok the scribe, and of the Levites, Pedaiah: and next to them was Hanan the son of Zaccur, the son of Mattaniah: for they were accounted faithful; and their office was to distribute to their brethren.
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14
|Neemias 13:14|
Remember me, O my God, concerning this, and wipe not out my good deeds that I have done for the house of my God, and for its offices.
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15
|Neemias 13:15|
In those days I saw in Judah some treading wine presses on the sabbath, and bringing in sheaves, and lading asses; as also wine, grapes, and figs, and all manner of burdens, which they brought into Jerusalem on the sabbath day: and I testified against them in the day in which they sold provisions.
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|Neemias 13:16|
There dwelt men of Tyre also therein, who brought fish, and all manner of wares, and sold on the sabbath to the children of Judah, and in Jerusalem.
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|Neemias 13:17|
Then I contended with the nobles of Judah, and said to them, What evil thing is this that ye do, and profane the sabbath day?
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|Neemias 13:18|
Did not your fathers thus, and did not our God bring all this evil upon us, and upon this city? yet ye bring more wrath upon Israel by profaning the sabbath.
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19
|Neemias 13:19|
And it came to pass, that, when the gates of Jerusalem began to be dark before the sabbath, I commanded that the gates should be shut, and charged that they should not be opened till after the sabbath: and I set some of my servants at the gates, that there should no burden be brought in on the sabbath day.
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20
|Neemias 13:20|
So the merchants and sellers of all kind of wares lodged without Jerusalem once or twice.
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Sugestões

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01 de fevereiro LAB 398
LEVÍTICO E VIDA
Levítico 01-04
São várias as traduções bíblicas que apresentam o enunciado “O terceiro livro de Moisés chamado LEVÍTICO”. Tal título está baseado no fato de que esse livro lida com o assunto dos regulamentos que estavam relacionados com o desempenho das funções dos membros da tribo de Levi.
Deus fala ou Deus é? Segundo Leslie Hardinge e Frank Holbrook (Levítico e Vida, LES, Casa Publicadora Brasileira, 1º trimestre de 1989, páginas 2 e 3), a expressão “Yahweh falou”, ou algum equivalente, aparece em Levítico pouco mais de cinqüenta vezes, enquanto o termo “Eu sou Yahweh” e seus equivalentes aparecem mais de cem vezes no mesmo livro. Portanto, a autoridade e o nome do Senhor são citados em uma média de uma vez para cada oito versos. Isso mostra a ênfase de que os regulamentos desse livro não são de origem mosaica, mas divina.
Como o povo de Deus deveria adorá-Lo, desde o começo? A clara sistematização da resposta a esta pergunta é o conteúdo dos regulamentos levíticos. Eles também contém muitos símbolos que figuram o processo da salvação, revelando verdades espirituais que Jeová queria ensinar para Seus filhos. De forma profética, esses símbolos apontam para o ministério de Jesus.
E o que isso tem a ver com a nossa realidade? As pessoas modernas continuam sendo instintivamente propensas ao pecado. Isso faz com que o evangelho ainda seja necessário. O evangelho é eterno. E ele leva aos pecadores a graça de Deus para a salvação, desde os tempos antigos até hoje.
Um modelo teológico que nos ajuda a entender o plano da salvação está contido no livro Levítico. E assim como acontece em Êxodo e Números, tal metodologia se dá através do sistema do santuário. Esta é a razão de encontrarmos em Levítico o estabelecimento das normas para este sistema, além do estabelecimento dos preceitos para o cotidiano do povo que, dedicado ao concerto, tem o desejo de ser um reflexo do caráter divino. É um manual do crente.
Podemos dividir o livro Levítico em três partes. A primeira delas vai até além da metade do livro (capítulos 1 a 15), tratando, de uma maneira geral, sobre a “justificação em Jesus”. A segunda parte é um pequeno grande centro: o capítulo dezesseis. Ele é o eixo, pois, apresentando o assunto do dia da expiação, serve como ponte teológica entre a primeira e a terceira partes do livro. E essa terceira é aplicada à matéria da “santificação em Jesus”. Ao ler esse livro, é importante ter em mente esta estrutura literária.
Muito mais importante, é render-se à orientação mental concedida pelo Espírito Santo. Ao ler, ouça Deus falando. É vida!
Valdeci Júnior
Fátima Silva