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Webster's Bible 1833 -
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11
|Neemias 3:11|
Malchijah the son of Harim, and Hashub the son of Pahath-moab, repaired the other piece, and the tower of the furnaces.
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12
|Neemias 3:12|
And next to him repaired Shallum the son of Halohesh, the ruler of the half part of Jerusalem, he and his daughters.
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13
|Neemias 3:13|
The valley-gate repaired Hanun, and the inhabitants of Zanoah; they built it, and set up its doors, its locks, and its bars, and a thousand cubits on the wall to the dung-gate.
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14
|Neemias 3:14|
But the dung-gate repaired Malchiah the son of Rechab, the ruler of part of Beth-haccerem; he built it, and set up its doors, its locks, and its bars.
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15
|Neemias 3:15|
But the gate of the fountain repaired Shallun the son of Col-hozeh, the ruler of part of Mizpah; he built it, and covered it, and set up its doors, its locks, and its bars, and the wall of the pool of Siloah by the king's garden, and to the stairs that go down from the city of David.
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16
|Neemias 3:16|
After him repaired Nehemiah the son of Azbuk, the ruler of the half part of Beth-zur, to the place over against the sepulchers of David, and to the pool that was made, and to the house of the mighty.
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17
|Neemias 3:17|
After him repaired the Levites Rehum the son of Bani. Next to him repaired Hashabiah the ruler of the half part of Keilah, in his part.
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18
|Neemias 3:18|
After him repaired their brethren, Bavai the son of Henadad, the ruler of the half part of Keilah.
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19
|Neemias 3:19|
And next to him repaired Ezer the son of Jeshua, the ruler of Mizpah, another piece over against the ascent to the armory, at the turning of the wall.
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20
|Neemias 3:20|
After him Baruch the son of Zabbai, earnestly repaired the other piece, from the turning of the wall to the door of the house of Eliashib the high priest.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva