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Webster's Bible 1833 -
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18
|Neemias 4:18|
For the builders, every one had his sword girded by his side, and so built. And he that sounded the trumpet was by me.
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19
|Neemias 4:19|
And I said to the nobles, and to the rulers, and to the rest of the people, The work is great and large, and we are separated upon the wall, one far from another.
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20
|Neemias 4:20|
In what place therefore ye hear the sound of the trumpet, resort ye thither to us: our God will fight for us.
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21
|Neemias 4:21|
So we labored in the work: and half of them held the spears from the rising of the morning till the stars appeared.
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22
|Neemias 4:22|
Likewise at the same time said I to the people, Let every one with his servant lodge within Jerusalem, that in the night they may be a guard to us, and labor in the day.
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23
|Neemias 4:23|
So neither I, nor my brethren, nor my servants, nor the men of the guard who followed me, none of us put off our clothes, saving that every one put them off for washing.
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1
|Neemias 5:1|
And there was a great cry of the people and of their wives against their brethren the Jews.
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2
|Neemias 5:2|
For there were that said, We, our sons, and our daughters, are many: therefore we take up corn for them, that we may eat, and live.
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3
|Neemias 5:3|
Some also there were that said, We have mortgaged our lands, vineyards, and houses, that we might buy corn, because of the dearth.
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4
|Neemias 5:4|
There were also that said, We have borrowed money for the king's tribute, and that upon our lands and vineyards.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva