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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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1
|1 Reis 6:1|
It happened in the four hundred and eightieth year after the children of Israel were come out of the land of Egypt, in the fourth year of Solomon's reign over Israel, in the month Ziv, which is the second month, that he began to build the house of Yahweh.
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2
|1 Reis 6:2|
The house which king Solomon built for Yahweh, its length was sixty cubits, and its breadth twenty [cubits], and its height thirty cubits.
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3
|1 Reis 6:3|
"The porch before the temple of the house, twenty cubits was its length, according to the breadth of the house; [and] ten cubits was its breadth before the house."
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4
|1 Reis 6:4|
For the house he made windows of fixed lattice work.
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5
|1 Reis 6:5|
"Against the wall of the house he built stories all around, against the walls of the house all around, both of the temple and of the oracle; and he made side rooms all around."
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6
|1 Reis 6:6|
"The nethermost story was five cubits broad, and the middle was six cubits broad, and the third was seven cubits broad; for on the outside he made offsets [in the wall] of the house all around, that [the beams] should not have hold in the walls of the house."
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7
|1 Reis 6:7|
"The house, when it was in building, was built of stone prepared at the quarry; and there was neither hammer nor axe nor any tool of iron heard in the house, while it was in building."
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8
|1 Reis 6:8|
The door for the middle side rooms was in the right side of the house: and they went up by winding stairs into the middle [story], and out of the middle into the third.
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9
|1 Reis 6:9|
"So he built the house, and finished it; and he covered the house with beams and planks of cedar."
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10
|1 Reis 6:10|
He built the stories against all the house, each five cubits high: and they rested on the house with timber of cedar.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva