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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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15
|1 Reis 16:15|
In the twenty-seventh year of Asa king of Judah did Zimri reign seven days in Tirzah. Now the people were encamped against Gibbethon, which belonged to the Philistines.
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16
|1 Reis 16:16|
The people who were encamped heard say, Zimri has conspired, and has also struck the king: therefore all Israel made Omri, the captain of the army, king over Israel that day in the camp.
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17
|1 Reis 16:17|
Omri went up from Gibbethon, and all Israel with him, and they besieged Tirzah.
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18
|1 Reis 16:18|
It happened, when Zimri saw that the city was taken, that he went into the castle of the king's house, and burnt the king's house over him with fire, and died,
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19
|1 Reis 16:19|
for his sins which he sinned in doing that which was evil in the sight of Yahweh, in walking in the way of Jeroboam, and in his sin which he did, to make Israel to sin.
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20
|1 Reis 16:20|
Now the rest of the acts of Zimri, and his treason that he did, aren't they written in the book of the chronicles of the kings of Israel?
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21
|1 Reis 16:21|
"Then were the people of Israel divided into two parts: half of the people followed Tibni the son of Ginath, to make him king; and half followed Omri."
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22
|1 Reis 16:22|
But the people who followed Omri prevailed against the people who followed Tibni the son of Ginath: so Tibni died, and Omri reigned.
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23
|1 Reis 16:23|
In the thirty-first year of Asa king of Judah began Omri to reign over Israel, [and reigned] twelve years: six years reigned he in Tirzah.
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24
|1 Reis 16:24|
"He bought the hill Samaria of Shemer for two talents of silver; and he built on the hill, and called the name of the city which he built, after the name of Shemer, the owner of the hill, Samaria."
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva