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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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1
|2 Reis 13:1|
In the three and twentieth year of Joash the son of Ahaziah, king of Judah, Jehoahaz the son of Jehu began to reign over Israel in Samaria, [and reigned] seventeen years.
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2
|2 Reis 13:2|
"He did that which was evil in the sight of Yahweh, and followed the sins of Jeroboam the son of Nebat, with which he made Israel to sin; he didn't depart from it."
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3
|2 Reis 13:3|
The anger of Yahweh was kindled against Israel, and he delivered them into the hand of Hazael king of Syria, and into the hand of Benhadad the son of Hazael, continually.
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4
|2 Reis 13:4|
"Jehoahaz begged Yahweh, and Yahweh listened to him; for he saw the oppression of Israel, how that the king of Syria oppressed them."
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5
|2 Reis 13:5|
"(Yahweh gave Israel a savior, so that they went out from under the hand of the Syrians; and the children of Israel lived in their tents as before."
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6
|2 Reis 13:6|
Nevertheless they didn't depart from the sins of the house of Jeroboam, with which he made Israel to sin, but walked therein: and there remained the Asherah also in Samaria.)
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7
|2 Reis 13:7|
"For he didn't leave to Jehoahaz of the people any more than fifty horsemen, and ten chariots, and ten thousand footmen; for the king of Syria destroyed them, and made them like the dust in threshing."
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8
|2 Reis 13:8|
Now the rest of the acts of Jehoahaz, and all that he did, and his might, aren't they written in the book of the chronicles of the kings of Israel?
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|2 Reis 13:9|
"Jehoahaz slept with his fathers; and they buried him in Samaria: and Joash his son reigned in his place."
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|2 Reis 13:10|
In the thirty-seventh year of Joash king of Judah began Jehoash the son of Jehoahaz to reign over Israel in Samaria, [and reigned] sixteen years.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva