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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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|Atos 23:11|
"The following night, the Lord stood by him, and said, "Cheer up, Paul, for as you have testified about me at Jerusalem, so you must testify also at Rome."
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|Atos 23:12|
When it was day, some of the Jews banded together, and bound themselves under a curse, saying that they would neither eat nor drink until they had killed Paul.
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|Atos 23:13|
There were more than forty people who had made this conspiracy.
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|Atos 23:14|
"They came to the chief priests and the elders, and said, "We have bound ourselves under a great curse, to taste nothing until we have killed Paul."
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|Atos 23:15|
"Now therefore, you with the council inform the commanding officer that he should bring him down to you tomorrow, as though you were going to judge his case more exactly. We are ready to kill him before he comes near."
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|Atos 23:16|
But Paul's sister's son heard of their lying in wait, and he came and entered into the barracks and told Paul.
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|Atos 23:17|
"Paul summoned one of the centurions, and said, "Bring this young man to the commanding officer, for he has something to tell him."
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|Atos 23:18|
"So he took him, and brought him to the commanding officer, and said, "Paul, the prisoner, summoned me and asked me to bring this young man to you, who has something to tell you."
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|Atos 23:19|
"The commanding officer took him by the hand, and going aside, asked him privately, "What is it that you have to tell me?"
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|Atos 23:20|
"He said, "The Jews have agreed to ask you to bring Paul down to the council tomorrow, as though intending to inquire somewhat more accurately concerning him."
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva