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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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21
|Atos 23:21|
"Therefore don't yield to them, for more than forty men lie in wait for him, who have bound themselves under a curse neither to eat nor to drink until they have killed him. Now they are ready, looking for the promise from you."
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22
|Atos 23:22|
"So the commanding officer let the young man go, charging him, "Tell no one that you have revealed these things to me."
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23
|Atos 23:23|
"He called to himself two of the centurions, and said, "Prepare two hundred soldiers to go as far as Caesarea, with seventy horsemen, and two hundred men armed with spears, at the third hour of the night."
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24
|Atos 23:24|
He asked them to provide animals, that they might set Paul on one, and bring him safely to Felix the governor.
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25
|Atos 23:25|
He wrote a letter like this:
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26
|Atos 23:26|
Claudius Lysias to the most excellent governor Felix: Greetings.
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27
|Atos 23:27|
This man was seized by the Jews, and was about to be killed by them, when I came with the soldiers and rescued him, having learned that he was a Roman.
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28
|Atos 23:28|
Desiring to know the cause why they accused him, I brought him down to their council.
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29
|Atos 23:29|
I found him to be accused about questions of their law, but not to be charged with anything worthy of death or of imprisonment.
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30
|Atos 23:30|
"When I was told that the Jews lay in wait for the man, I sent him to you immediately, charging his accusers also to bring their accusations against him before you. Farewell."
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva