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World English Bible -
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1
|Ester 2:1|
After these things, when the wrath of King Ahasuerus was pacified, he remembered Vashti, and what she had done, and what was decreed against her.
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2
|Ester 2:2|
"Then the king's servants who served him said, "Let beautiful young virgins be sought for the king."
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3
|Ester 2:3|
"Let the king appoint officers in all the provinces of his kingdom, that they may gather together all the beautiful young virgins to the citadel of Susa, to the women's house, to the custody of Hegai the king's eunuch, keeper of the women. Let cosmetics be given them;"
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4
|Ester 2:4|
"and let the maiden who pleases the king be queen instead of Vashti." The thing pleased the king, and he did so."
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5
|Ester 2:5|
There was a certain Jew in the citadel of Susa, whose name was Mordecai, the son of Jair, the son of Shimei, the son of Kish, a Benjamite,
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6
|Ester 2:6|
who had been carried away from Jerusalem with the captives who had been carried away with Jeconiah king of Judah, whom Nebuchadnezzar the king of Babylon had carried away.
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7
|Ester 2:7|
"He brought up Hadassah, that is, Esther, his uncle's daughter; for she had neither father nor mother. The maiden was fair and beautiful; and when her father and mother were dead, Mordecai took her for his own daughter."
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8
|Ester 2:8|
So it happened, when the king's commandment and his decree was heard, and when many maidens were gathered together to the citadel of Susa, to the custody of Hegai, that Esther was taken into the king's house, to the custody of Hegai, keeper of the women.
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9
|Ester 2:9|
The maiden pleased him, and she obtained kindness from him. He quickly gave her cosmetics and her portions of food, and the seven choice maidens who were to be given her out of the king's house. He moved her and her maidens to the best place in the women's house.
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10
|Ester 2:10|
Esther had not made known her people nor her relatives, because Mordecai had instructed her that she should not make it known.
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Sugestões

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01 de fevereiro LAB 398
LEVÍTICO E VIDA
Levítico 01-04
São várias as traduções bíblicas que apresentam o enunciado “O terceiro livro de Moisés chamado LEVÍTICO”. Tal título está baseado no fato de que esse livro lida com o assunto dos regulamentos que estavam relacionados com o desempenho das funções dos membros da tribo de Levi.
Deus fala ou Deus é? Segundo Leslie Hardinge e Frank Holbrook (Levítico e Vida, LES, Casa Publicadora Brasileira, 1º trimestre de 1989, páginas 2 e 3), a expressão “Yahweh falou”, ou algum equivalente, aparece em Levítico pouco mais de cinqüenta vezes, enquanto o termo “Eu sou Yahweh” e seus equivalentes aparecem mais de cem vezes no mesmo livro. Portanto, a autoridade e o nome do Senhor são citados em uma média de uma vez para cada oito versos. Isso mostra a ênfase de que os regulamentos desse livro não são de origem mosaica, mas divina.
Como o povo de Deus deveria adorá-Lo, desde o começo? A clara sistematização da resposta a esta pergunta é o conteúdo dos regulamentos levíticos. Eles também contém muitos símbolos que figuram o processo da salvação, revelando verdades espirituais que Jeová queria ensinar para Seus filhos. De forma profética, esses símbolos apontam para o ministério de Jesus.
E o que isso tem a ver com a nossa realidade? As pessoas modernas continuam sendo instintivamente propensas ao pecado. Isso faz com que o evangelho ainda seja necessário. O evangelho é eterno. E ele leva aos pecadores a graça de Deus para a salvação, desde os tempos antigos até hoje.
Um modelo teológico que nos ajuda a entender o plano da salvação está contido no livro Levítico. E assim como acontece em Êxodo e Números, tal metodologia se dá através do sistema do santuário. Esta é a razão de encontrarmos em Levítico o estabelecimento das normas para este sistema, além do estabelecimento dos preceitos para o cotidiano do povo que, dedicado ao concerto, tem o desejo de ser um reflexo do caráter divino. É um manual do crente.
Podemos dividir o livro Levítico em três partes. A primeira delas vai até além da metade do livro (capítulos 1 a 15), tratando, de uma maneira geral, sobre a “justificação em Jesus”. A segunda parte é um pequeno grande centro: o capítulo dezesseis. Ele é o eixo, pois, apresentando o assunto do dia da expiação, serve como ponte teológica entre a primeira e a terceira partes do livro. E essa terceira é aplicada à matéria da “santificação em Jesus”. Ao ler esse livro, é importante ter em mente esta estrutura literária.
Muito mais importante, é render-se à orientação mental concedida pelo Espírito Santo. Ao ler, ouça Deus falando. É vida!
Valdeci Júnior
Fátima Silva