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World English Bible -
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1
|Jonas 2:1|
Then Jonah prayed to Yahweh, his God, out of the fish's belly.
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2
|Jonas 2:2|
"He said, "I called because of my affliction to Yahweh. He answered me. Out of the belly of Sheol I cried. You heard my voice."
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3
|Jonas 2:3|
For you threw me into the depths, in the heart of the seas. The flood was all around me. All your waves and your billows passed over me.
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4
|Jonas 2:4|
"I said, 'I have been banished from your sight; yet I will look again toward your holy temple.'"
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5
|Jonas 2:5|
The waters surrounded me, even to the soul. The deep was around me. The weeds were wrapped around my head.
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6
|Jonas 2:6|
I went down to the bottoms of the mountains. The earth barred me in forever: yet have you brought up my life from the pit, Yahweh my God.
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7
|Jonas 2:7|
When my soul fainted within me, I remembered Yahweh. My prayer came in to you, into your holy temple.
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8
|Jonas 2:8|
Those who regard lying vanities forsake their own mercy.
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9
|Jonas 2:9|
"But I will sacrifice to you with the voice of thanksgiving. I will pay that which I have vowed. Salvation belongs to Yahweh."
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10
|Jonas 2:10|
Yahweh spoke to the fish, and it vomited out Jonah on the dry land.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva